Algumas lojas, com o objetivo de oferecer aos seus clientes apenas produtos de qualidade, têm enviado comunicados aos seus parceiros comerciais alertando sobre a gravidade de se oferecer produtos fora de norma e solicitando que os produtos aprovados pelo PBQP-H e pelo INMETRO sejam identificados claramente e com veracidade, pois o varejo é responsável por aquilo que vende. Uma dica para escolher o fornecedor é verificar a etiqueta do fabricante.
O comércio tem recebido visitas sem aviso prévio do DPPC (Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania), que apreende produtos que não atendem ao dispositivo do CDC – Código de Defesa do Consumidor. Neste procedimento, a polícia instaura inquérito para investigação de crime contra a relação de consumo. São avaliados produtos expostos e também estoques. A regra vale para lojas de todos os tamanhos.
“Temos feito um esforço grande para exigir produtos dentro de norma. O varejo está trabalhando para que produtos sem qualidade fiquem definitivamente de fora de nossas prateleiras”, afirma Cláudio Conz, presidente da Anamaco. “Não devemos esperar a fiscalização bater a sua porta, afinal, isso é uma questão de respeito ao consumidor, além de promover uma concorrência mais leal no setor”.
Neste cenário, tem destaque o trabalho feito para a normatização das esquadrias de alumínio. Liderado pela AFEAL – Associação Nacional dos Fabricantes de Esquadrias de Alumínio, o programa luta pelo fim da não conformidade. “É importante este papel que o varejo desempenha de cobrar do fornecedor produtos dentro de norma. Com toda a cadeia envolvida – consumidor, lojas e fabricantes -, teremos mais valor agregado e produtos que realmente cumprem seu desempenho. Aí, todo mundo ganha”, diz Edson Fernandes, gerente nacional do PSQ – Programa Setorial de Qualidade de Esquadrias de Alumínio. “Orientamos os fabricantes neste sentido e oferecemos a eles toda a orientação e apoio necessários para atender às normas técnicas”, finaliza.
Fonte:obra24horas
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