Mostrando postagens com marcador noticias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador noticias. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de setembro de 2017

Banco do Brasil fecha retalho em Portugal e transfere clientes para Banco CTT.

O Banco do Brasil fez um reposicionamento estratégico da sua actividade no mercado português, que implica o encerramento dos serviços de retalho e a transferência dos clientes para o Banco CTT, confirmou a instituição financeira brasileira.

Banco do Brasil fecha retalho em Portugal e transfere clientes para Banco CTT

"O Banco do Brasil informa que reformula sua estratégia de actuação internacional reforçando as actividades de comércio exterior. Com isso, o foco do Banco do Brasil AG em Portugal passa a ser o relacionamento com as empresas brasileiras que têm negócios no mercado internacional, bem como as empresas portuguesas que têm relações comerciais no Brasil, de forma integrada às actividades do mercado de atacado no Brasil", lê-se nas respostas enviadas por escrito à Lusa pela administração da sucursal em Portugal do Banco do Brasil.

"Em função deste reposicionamento estratégico, as actividades bancárias relacionadas com o mercado de retalho (varejo) do banco serão encerradas na sucursal em Portugal", indicou. E acrescentou: "Para que os clientes possam continuar a fazer suas operações bancárias normalmente, o Banco do Brasil AG celebrou um protocolo com o Banco CTT que oferecerá um amplo conjunto de produtos e serviços e em condições especiais para os clientes do Banco do Brasil que terão suas contas encerradas e que pretendam manter operações bancárias em Portugal".

Em 2 de Setembro, o Jornal Económico avançou que o Banco do Brasil em Portugal queria avançar com o despedimento colectivo de 17 trabalhadores e que estava a transferir o negócio da banca de retalho para o Banco CTT, com base nas informações prestadas pelo Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB).

Hoje, em resposta às questões da Lusa, a administração da entidade especificou que desde 4 de Setembro que o Banco do Brasil AG em Portugal não abre novas contas bancárias.

"Os clientes poderão, contudo, manter o acesso aos atuais serviços de Internet banking (BB Internet Banking), terminais Multibanco (ATM) e cartões bancários até dia 5 de Novembro de 2017, data em que as contas serão encerradas", revelou o Banco do Brasil.

Segundo a entidade, "a nova actuação do Banco do Brasil AG em Portugal preserva ainda o atendimento aos brasileiros com contas correntes no Brasil, que poderão continuar a utilizar Terminais de Auto-Atendimento quando em trânsito em Portugal, a turismo ou trabalho".

O Banco do Brasil assegurou ainda que os clientes foram informados sobre estas mudanças a 4 de Setembro.

"Da mesma forma, as medidas no âmbito laboral foram previamente comunicadas aos colaboradores. O Banco do Brasil AG em Portugal ressalta que todos os desligamentos serão feitos com máximo de respeito às pessoas e dentro da legislação vigente", rematou.

Resultado de imagem para banco ctt portugal

Fonte:Negócios PT

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Aprendendo a voar na Bolívia;Escolas de Aviação Bolivianas regulamentadas pelo DGAC.

Segue algumas escola regulamentadas pelo DGAC Boliviano,no final da página tem o link de consulta:

Escuela de Aviación 101 
Aviator 
Aerodinos
Alas Orientales
Fly Training
Sky Team
Morales Flight Center
Fly High
WKC
Aero Sardan
Aero Elite
Fenix


Fonte: http://www.dgac.gob.bo/


terça-feira, 6 de junho de 2017

Aeroporto de Congonhas mudará de nome em breve.


Resultado de imagem para mudança no nome do aeroporto de congonhas

O Senado aprovou proposta que dá ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o nome de Aeroporto Deputado Freitas Nobre. A proposta, de autoria do ex-deputado João Bittar, segue para sanção presidencial. O político cearense era advogado, jornalista, professor e escritor. Foi vice-prefeito de São Paulo e exilou-se na França durante o regime militar. Retornou ao Brasil em 1967 e conquistou seis mandatos consecutivos de deputado federal. Atuou no movimento “Diretas Já” e morreu em 1990, em São Paulo. 

Com informações da Agência Senado.

Veja mais em http://bit.ly/2qT7EhO


Iata critica medidas protecionistas que impactam a indústria da aviação.

O diretor-geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês), Alexandre de Juniac, fez nesta segunda-feira, 5, um duro discurso contra medidas protecionistas que estão sendo tomadas em diversos locais do mundo e que acabam por impactar a indústria da aviação. O executivo ainda comentou as medidas restritivas adotadas por Estados Unidos e Reino Unido quanto ao transporte de laptops e equipamentos eletrônicos de grande porte em voos vindos de alguns aeroportos na África e Oriente Médio, afirmando que tais iniciativas foram tomadas unilateralmente.

"Hoje, estamos enfrentando problemas vindos daqueles que tentam barrar os benefícios da globalização", disse, durante a 73ª Assembleia Geral anual da entidade, em Cancún, no México. "Em algumas partes do mundo, a retórica nacionalista aponta para um futuro com maior protecionismo, e, independente se esses pensamentos estão no governo, nas conversas populares ou ao redor das decisões políticas, eles são uma ameaça para nossa indústria".

Veja mais em http://bit.ly/2rHjDAr

Fonte:EM.com.br

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

De lavador de carros aos 13 anos a empreendedor milionário

Dono de uma empresa que vende resíduos recicláveis para a indústria, Júlio César Chagas Santos, de 50 anos, está acostumado a negociar com clientes grandes, como fabricantes de bebidas e redes de supermercados.


 





Pós-graduado em engenharia ambiental, ele integra o 1% mais rico do Brasil. Mesmo assim, já foi confundido com manobrista em um evento no luxuoso hotel Copacabana Palace.

Casado à época com uma atriz, o empresário vestia um terno de grife e esperava por seu carro quando uma senhora estacionou e, em gesto automático, se dirigiu a ele para entregar as chaves do carro.

"A mulher ficou nitidamente envergonhada ao saber que eu também era um convidado e pior, marido de uma das artistas mais populares do evento."

Mas fatos como esse não lhe causam espanto. "Já fui pobre e também discriminado. Mas ao ascender, nada mudou. Vejo muito poucos negros como eu e, por isso, confundo as pessoas."

Santos é o quarto dos cinco filhos de uma mãe empregada doméstica e um pai sargento da Marinha. Nasceu no subúrbio do Rio de Janeiro e, aos 13 anos, passou a ganhar a vida como lavador de carros.

Um dia, foi convidado a trabalhar em uma concessionária. Ali nasceu a sua primeira empresa, confirmando o espírito empreendedor do futuro empresário. "Eu tinha uns 20 anos e convidei meus amigos para me ajudar na lavagem. Foi assim que montei minha primeira equipe de trabalho", relembra.

DE EMPREGADO A EMPREENDEDOR EM SÉRIE

Após concluir o equivalente ao atual ensino médio, Santos entrou para a faculdade de Direito. Para pagar a mensalidade, largou o negócio de lavagem e passou a trabalhar como segurança de prédio.

"Mas o emprego não me permitia cursar a faculdade. Para pagar o curso, trabalhava três turnos de 24 horas durante toda a semana. Não tinha folga", relembra. "Por isso, abandonei."

Tudo mudou ao virar segurança particular de uma família rica. "O salário que me pagavam era cinco vezes maior do que eu ganhava no emprego anterior, pois trabalhava em tempo integral e dormia no emprego", afirma.

Durante os seis anos na função, tornou-se encarregado de administrar todos os empregados da casa. Foi aí que teve a ideia de abrir uma empresa de conservação e limpeza, com a qual passou a fazer a manutenção de todas as empresas do patrão.

Os negócios prosperaram. De empregado, passou a ser patrão, mas acabou fechando o negócio após uma série de problemas pessoais.

"Fui embora para a Europa atrás de uma namorada alemã. Lá, tive acesso a um novo mundo, a novas tecnologias e a uma outra língua. Isso abriu minha cabeça. Ao voltar para o Brasil, já tinha mais ideias de negócio e retomei meus estudos", conta.

Santos abriu então uma consultoria e assessoria em aviação - tinha feito um curso de direito aeronáutico na Alemanha. "Por coincidência, meu irmão mais velho, que era militar, estava trabalhando nesta área. E juntos abrimos esta empresa."

Mais uma vez foi bem-sucedido e, com o lucro, iniciou um segundo negócio: a venda de resíduos de lixo.

"Era o ano 2000. Estava assistindo a uma reportagem na TV sobre a vida de uma senhora catadora de lixo. Aquilo me tocou, e me perguntei o que eu poderia fazer para ajudar essas pessoas. Foi aí que criei um projeto sobre este tema e, ao tentar ajudar outros, foi o projeto que acabou me ajudando."

Santos percebeu o enorme potencial daquele negócio ao entender que a grande quantidade de lixo recolhido por aquelas pessoas, se reciclada, poderia ser vendida para a indústria.

"Deu certo. Estou há 16 anos neste mercado, dei formação a inúmeros catadores e domino toda a logística."

ESTRANHAMENTO

É como empresário que ele se destaca e transita em meio à elite. Viaja constantemente a trabalho e está em contato com diretores de multinacionais.

Ao explicar seu projeto a um alto executivo em um desses encontros, voltou a sentir na pele o estranhamento por ser um negro em posição de comando.

"O tal diretor franzia a testa o tempo todo e, por fim, perguntou como eu era capaz de pensar em tudo aquilo se ele mesmo, com toda a formação que tinha, não conseguia fazer o que eu fazia."

Para Emerson Rocha, sociólogo e pesquisador na Universidade de Brasília (UnB) sobre a presença do negro na riqueza, histórias como a de Santos jogam por terra o mito de que a discriminação no Brasil é mais social do que racial.

"A ideia de que o negro qualificado ou que ascende socialmente é visto como branco é equivocada. Mais do que nunca, ele é um negro e fora do lugar", explica.

"É por isso que é muito comum a ele ser confundido como ladrão de seu próprio carro de luxo, já que não se espera que ele possua um. Ou é muito comum alguém custar a acreditar que aquele negro possa ser engenheiro, juiz, médico ou arquiteto, porque de pessoas negras não se esperam ocupar tais posições. Daí o espanto."

Ainda segundo Rocha, é no espaço do mercado de trabalho privado que a discriminação ocorre mais - principalmente em postos de direção, entre gestores e gerentes. E isso reflete em uma maior desigualdade racial no topo da pirâmide.

"O funcionalismo público já é um segmento com elevada renda média e responsável por inserir muitas pessoas nos estratos mais ricos da sociedade. Não havendo a subjetividade de um recrutador em aceitar ou não um candidato pelo critério da cor, fica mais fácil haver uma maior presença de negros no setor público do que no privado."

Santos chegou ao 1% mais rico pelo empreendedorismo, mas nota a ausência de mais empresários negros no mercado de médio e grande porte.

"Além de mim, conheço apenas mais um. Tenho negócios em Nova York e trato com muitos empresários negros. Mas no Brasil infelizmente isso ainda não acontece", reconhece.

Segundo Rocha, histórias positivas como a do empresário servem muitas vezes a discursos que tentam negar a existência de barreiras e mesmo do racismo. Apesar desse risco, são trajetórias que precisam ser destacadas para mostrar que, sim, a superação é possível.

Esta reportagem faz parte de uma série sobre a vida de negros que fazem parte do 1% mais rico da população brasileira - leia aqui , aqui e aqui os outros textos.

Segundo dados do IBGE, o total de negros nesse grupo aumentou cinco pontos percentuais nos últimos 12 anos (de 12,4% para 17,4%), mas ainda está longe de representar o peso da população declarada negra (pretos e pardos), que corresponde a 53,6% dos brasileiros.

Fonte: BBC - Brasil - 04/08/2016

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Caso reajuste da tabela do IR se confirme, quem ganha até R$ 1.999,18 será isento em 2017.

A presidente Dilma Rousseff anunciou neste domingo a decisão de reajustar em 5% a tabela do imposto de renda de pessoa física (IRPF) a partir de 2017. Caso a decisão se mantenha, será isento quem ganhar até R$ 1.999,18. Hoje, o limite é R$ 1903,98. O reajuste, que representa menos da metade da inflação registrada no ano passado (de 10,67%), ainda precisa passar pelo Congresso.
Confira abaixo como deve ficar toda a tabela, a partir de simulação feita por ZH:
Foto: Reprodução ZH
O anúncio foi feito durante ato no centro de São Paulo, promovido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para marcar o Dia do Trabalho. Na tentativa de promover agenda positiva em meio ao processo de impeachment, a presidente também confirmou a decisão de reajustar o Bolsa Família em 9%. 
Dilma voltou a afirmar que não cometeu crimes, que é vítima de um golpe em curso e que não vai desistir de lutar pelo mandato.

domingo, 6 de março de 2016

Construtoras são afastadas das obras no Rio de Janeiro.

A Prefeitura do Rio de Janeiro afastou na última segunda-feira (29) a construtora EIT Engenharia da obra do trecho do Bus Rapid Transit (BRT) Transoeste que liga a Linha 4 do Metrô ao Parque Olímpico, na Barra da Tijuca. Isso aconteceu depois de a empresa paralisar a construção por dez dias, por problemas financeiros.
Esse trecho do sistema de transporte passará pela Av. Ayrton Senna, na Estação Jardim Botânico, chagando na proximidade do Barra Shopping, onde já há o BRT em funcionamento. A obra teve início em maio de 2014 e foi orçada em R$ 115 milhões.
A EIT já havia sido notificada pela Secretaria Municipal de Obras (SMO) pelo menos duas vezes em fevereiro, e a obra foi embargada em 2014, devido a irregularidades trabalhistas.
A SMO informou que a empresa a assumir as obras será a Globo Construções, e que “a mudança da empresa não acarretará mudança no cronograma da obra, que já está 90% executada e cujo prazo de conclusão será ainda neste semestre”.
A obra é a terceira relacionada à Olimpíada que teve o de mudar de executora. A primeira foi oCentro Olímpico de Tênis, em janeiro, e a segunda o Centro Olímpico de Hipismo, em fevereiro.
Procurada pela reportagem da PINIweb, a EIT Engenharia ainda não se posicionou sobre a decisão da prefeitura.
Informações Piniweb

Cais do Valongo é decretado como Patrimônio da Humanidade.

Principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil e nas Américas, o Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, teve a candidatura aceita pelo Centro do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para ser reconhecido como Patrimônio da Humanidade.  O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Prefeitura do Rio receberam na última terça-feira, 1° de março, o comunicado da Unesco, por meio do Ministério das relações Exteriores, informando que o dossiê da candidatura foi aceito. A partir de agora, a Unesco analisará tecnicamente as informações e a candidatura será apreciada na reunião do conselho da Unesco, em julho de 2017.


Avenida Barão de Tefé em 2010, antes das obras do Porto Maravilha, e em 2016, com o Cais do Valongo em destaque
Elaborado pelo Iphan e pela Prefeitura do Rio de Janeiro, com o apoio de especialistas, o dossiê servirá como base para o trabalho de avaliação dos representantes dos órgãos consultivos da Unesco, que visitarão a Região Portuária e o Cais do Valongo nos próximos meses. O trabalho técnico prosseguirá com a participação da comunidade e do Comitê Consultivo da Candidatura, composto por várias instituições governamentais e da sociedade civil, especialmente as representativas da preservação e valorização da herança africana.
A possibilidade de inscrição do Cais do Valongo na lista do Patrimônio Mundial representará o reconhecimento do valor universal deste local, como memória da violência contra a humanidade representada pela escravidão. O reconhecimento do Cais do Valongo como Patrimônio Mundial será o reconhecimento da contribuição dos africanos na formação dos povos do continente americano.
Cais do Valongo, porta de entrada de africanos escravizados no Brasil
O Brasil recebeu mais de quatro milhões de escravos nos mais de três séculos de regime escravagista no país. Pelo Cais do Valongo, na Região Portuária do Rio de Janeiro, passaram mais de um milhão de africanos escravizados, o que tornou o local o maior porto receptor de escravos do mundo.
O dossiê - elaborado ao longo de um ano de trabalho foi coordenado pelo antropólogo Milton Guran -, resgata a história trágica e cruel do tráfico negreiro e analisa com detalhes a importância histórica e o simbolismo do sítio arqueológico para todos os brasileiros, em especial os afrodescendentes. 
Revelado em 2011 durante as obras do Porto Maravilha, que está revitalizando área de cinco milhões de metros quadrados na Região Portuária do Rio de Janeiro, o Cais do Valongo foi construído em 1811 pela Intendência Geral de Polícia da Corte do Rio de Janeiro. O objetivo era retirar da Rua Direita, atual Primeiro de Março, o desembarque e comércio de africanos escravizados.
Os escravos que desembarcavam no local partiam para as plantações de café, fumo e açúcar do interior do estado e para outras regiões do Brasil. Os escravos que ficavam no Rio de Janeiro, geralmente, eram os escravos domésticos ou os que eram usados como força de trabalho nas obras públicas.
Em 1831, o Cais do Valongo foi fechado após a proibição do tráfico transatlântico por pressão da Inglaterra. A norma foi solenemente ignorada e recebeu a denominação irônica de lei para inglês ver. Entre a construção do cais e a proibição do tráfico, ingressaram no país entre 500 mil e um milhão de escravos de diversas nações africanas. A cidade do Rio de Janeiro, em quase quatro séculos de escravidão, recebeu sozinha cerca de 20% de todos os africanos escravizados que chegaram vivos às Américas. Isso faz da cidade e do Cais do Valongo referências do que foi a maior transferência forçada de população na história da humanidade.
Ao longo dos anos, o Cais sofreu sucessivas transformações. Na primeira intervenção, em 1843, foi remodelado com requinte para receber a Princesa das Duas Sicílias, Teresa Cristina Maria de Bourbon, noiva do (então) futuro Imperador D. Pedro II, e passou a se chamar Cais da Imperatriz. Com a assinatura da Lei Eusébio de Queirós, em 1850, pôs-se fim verdadeiramente ao tráfico para o Brasil, embora a última remessa conhecida date de 1872 e a escravidão tenha persistido até a Abolição, em 1888.
Em 1911, com as reformas urbanísticas da cidade, o Cais da Imperatriz foi aterrado. No entanto, durante as obras do Porto Maravilha, com as escavações realizadas no local em 2011, foram encontrados milhares de objetos como parte de calçados, botões feitos com ossos, colares, amuletos, anéis e pulseiras em piaçava de extrema delicadeza, jogos de búzios e outras peças usadas em rituais religiosos.
Em 2012, a prefeitura do Rio de janeiro acatou a sugestão do Movimento em Defesa do Direito do Negro e, em julho do mesmo ano, transformou o espaço em monumento preservado e aberto à visitação pública. O Cais do Valongo passou a integrar o Circuito Histórico e Arqueológico da Celebração da Herança Africana, que estabelece marcos da cultura afro-brasileira na Região Portuária, ao lado do Jardim Suspenso do Valongo, Largo do Depósito, Pedra do Sal, Centro Cultural José Bonifácio e Cemitério dos Pretos Novos.

Em 20 de novembro de 2013, Dia da Consciência Negra, o Cais do Valongo foi alçado a patrimônio cultural da cidade do Rio de Janeiro, por meio do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH). Representantes da Unesco também consideraram o sítio arqueológico como parte da Rota dos Escravos, sendo o primeiro lugar no mundo reconhecido pela Unesco. O evento reforçou ainda mais a intenção da cidade de lançar a candidatura do Cais do Valongo a Patrimônio da Humanidade.

Fotos: Divulgação Cdurp e Vitor Hugo Cruz do site Porto Maravilha.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Calor no Rio de Janeiro diminui e seu aniversário pode ser com temperatura amena.

Por volta das 14 horas do sábado, 27 de fevereiro, o aeroporto de Macaé, no litoral norte do Rio de Janeiro registrou 42°C. No mesmo horário, a temperatura chegou aos 39,4°C na região da Marambaia, no extremo oeste da cidade do Rio de Janeiro, pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia. Muitos outros locais da cidade do Rio e do estado do Rio de Janeiro sentiam o calor de 35°C a 38°C. Na região serrana, a temperatura beirava os 30°.
Muitos cariocas e fluminenses não aguentam mais tanto calor e imploram por uma trégua das altíssimas temperaturas. Os temporais dos últimos dias refrescaram o ar só durante a chuva.
O alívio para o calorão virá, mas junto com mais temporais.



Frentes frias à vista
Serão preciso duas frentes frias para baixar a temperatura no estado do Rio de Janeiro. A primeira já começa a ter alguma influência neste domingo, mas principalmente no aumento da chuva. A população do estado do Rio de Janeiro deve ficar atenta para temporais neste domingo e também na segunda e na terça-feira, 1 de março, quando a cidade do Rio faz aniversário. O ar muito quente que está sobre toda a Região Sudeste vai colaborar para formar as nuvens de temporal.
As áreas de instabilidade se intensificam a partir da segunda-feira espalhando muita nebulosidade e chuva por todo o estado. Há risco de chuva forte e volumosa no Grande Rio, e nas outras regiões fluminenses, com potencial para alagamentos.
A segunda frente fria avança pelo litoral fluminense durante a próxima quarta-feira. A chuva, a nebulosidade e os ventos frescos das duas frentes frias vão manter o estado do Rio de Janeiro com muitas nuvens e condições para chuva durante toda a próxima semana, além de livrar cariocas e fluminenses do calorão por alguns dias.

Aniversário com chuva
A cidade do Rio de Janeiro completa 451 anos no dia 1 de março e deve comemorar debaixo de chuva. Há risco de chuva forte e volumosa que poderá causar problemas na cidade.
Diante de tanto calor, o melhor presente de São Pedro para o Rio de Janeiro será um dia com temperatura amena.





Governo injeta recursos do FGTS para investimentos em habitação.

Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press

Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press Conselho do fundo eleva em R$ 21,7 bilhões orçamento para o setor (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)


Brasília – Em linha com a determinação da presidente Dilma Rousseff de ampliar o crédito para estimular a economia, o conselho do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) decidiu ontem aumentar em R$ 21,7 bilhões o orçamento de investimentos para este ano. A medida, que tem validade imediata, injeta recursos para investimentos em habitação. O valor do incremento é muito próximo aos R$ 20 bilhões pagos pelo Tesouro Nacional ao FGTS em dezembro para quitar as chamadas “pedaladas fiscais”.

Com a medida, aprovada por unanimidade pelo conselho curador do FGTS – composto por representantes do setor público, trabalhadores e empregadores –, o governo espera que esses recursos atinjam cerca de 140 mil famílias. O orçamento total do fundo em 2016 passa de R$ 83,6 bilhões para R$ 104,7 bilhões. Do montante adicionado, R$ 11,7 bilhões serão destinados a investimentos tradicionais de habitação, principalmente ao Pró-cotista (R$ 8,2 bilhões). A modalidade, voltada para pessoas com conta no FGTS, tem taxa de juros de 8,66% ao ano, mais TR.

Os outros R$ 10 bilhões serão referentes à emissão de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs). Nessa modalidade, os bancos emitem títulos que serão captados pelo fundo, injetando nas instituições recursos que serão direcionados ao setor imobiliário. O FGTS contrata esses papéis a uma taxa de 7,5% ao ano, mas os juros que chegam ao consumidor são definidos pelas instituições financeiras. Nos dois casos, os financiamentos têm limite de até R$ 750 mil reais por imóvel, com diferentes subfaixas que contemplam habitações de valor popular (até R$ 225 mil) e intermediário (até R$ 500 mil).

“É uma contribuição importante na oferta de habitação, na geração de trabalho e emprego e na dinamização da economia”, afirmou o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto. Segundo ele, a ampliação do orçamento preserva a solidez do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

Pedaladas De acordo com o secretário-executivo do conselho curador do FGTS, Quênio Cerqueira, o pagamento integral das pedaladas feito em dezembro contribuiu para a liquidez do fundo, mas não pode ser creditado como o motivador da decisão de ontem. Ele argumentou que o valor já estava nas contas do conselho, mas com a expectativa de que seria quitado de forma parcelada, e não imediatamente, como foi feito.

Segundo o secretário, a decisão foi tomada porque se percebeu que as condições de caixa do fundo melhoraram desde que foi proposto o Orçamento, em outubro do ano passado. Também foi feita a avaliação de que era preciso irrigar o mercado de crédito, que vem apresentando recuo, com mais saques que depósitos na poupança. “Conjugou o momento favorável com essa demanda do sistema financeiro”, explicou.

Fonte:EM Notícias

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Pisos drenantes ecologicamente corretos reduzem o calor e absorvem água para o solo.

Pisos para áreas externas que evitam enchentes

Pisos drenantes: ecológicamente corretos

pisos para piscinas

pisos para piscinas
Piso drenante, atérmico da Hardscape

Ideais para áreas externas, principalmente beiras de piscinas, calçadas e outros espaços que ficam constantemente sujeitos a serem molhados, os revestimentos drenantes são uma solução tecnológica e sustentável para evitar acidentes e deixar os projetos esteticamente belos.

Além de deixar o ambiente mais bonito e confortável, esses revestimentos têm a função sustentável de ajudar e escoar a água para o solo.

Eles são indicados para projetos que exijam área externa com permeabilidade, podendo ser utilizado para garagens, composição de jardins, parques e até calçadas públicas.

É uma solução ecológica, pois a água escoa entre o revestimento que é poroso de forma natural, mantendo o piso seco e sem poças

É o que explica a arquiteta Barbara Oriani, ela também argumenta que esses modelos são a melhor opção para aproveitamento de áreas que necessitem de permeabilidade.

Pisos que deixam a água retornar ao solo

Os pisos drenantes absorvem a água e reduzem o risco de enchentes, pois escoam quase completamente a água (alguns modelos ultrapassam os 95% de drenagem) com muita rapidez, impedindo o acumulo do liquido.

Por não deixar poças – e também por sua qualidade antiderrapante – também aumenta a segurança das calçadas ou dos em tornos de piscinas, pois evita acidentes como quedas e escorregões.
Para os passeios públicos, a arquiteta orienta “Uma porcentagem efetiva de drenagem ideal para calçadas é de permeabilidade de 95%, reduzindo muito o empoçamento de água e enchentes”.

pisos permeáveis
A arquiteta Ana Ono usou o revestimento da Castelatto Ekko, castanho, para compor esse ambiente.
É, também, uma opção sustentável, pois, assim como em ambientes naturais, como jardins ou praias, a água é devolvida ao solo, ou seja, aos lençóis freáticos.

“Esses revestimentos possuem capacidade de vazão de água que varia de 82 a quase 100%, permitindo a drenagem das águas pluvias para o subsolo”, completos Barbara.

Por suas características sustentáveis e de proteção urbanística, esses pisos são indicados, inclusive, pelos órgãos públicos para a construção de áreas externas, já que se enquadram nas leis de áreas de permeabilidade impostas.

Com isso, conciliam-se as exigências de permeabilidade dos terrenos mantendo sua área útil.

Pisos intertravados ou drenantes ?

pisos intertravados

Eles podem ser do tipo intertravados, pisograma ou drenantes, feitos com diferentes tipos de materiais, tais como resinas, pedras ou cimetícios.
Todos eles têm a mesma função permeável, o que varia é a porcentagem de drenagem dos mesmos.

Pisos intertravados

Os pisos intertravados e os drenantes tem a mesma função.A diferença é: os intertravados são de concreto pré – fabricado, tem grande resistência ao trafego pesado, substituindo os antigos paralelepípedos.

Já a permeabilidade dos drenantes é melhor, pois, o material é poroso para a devida absorção.
No entanto, os intertravados podem ser projetados para esta finalidade, formando espaços entre os blocos e colocados até junto com grama, dando a mesma função e beleza dos pisos drenantes.

Fonte:Fazfácil

sábado, 19 de setembro de 2015

Toner conheça sobre esse item importante em sua impressora.

VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE REMANUFATURA E RECARGA DE CARTUCHOS DE TONER?


Para quem trabalha com impressão, nada mais importante que entender essa diferença e decidir-se pela melhor opção: cartuchos reciclados ou cartuchos remanufaturados.
A Remanufatura é um processo desenvolvido por profissionais qualificados, que se inicia com a abertura do toner e a sua completa desmontagem para a limpeza dos resíduos do pó antigo. Os contatos e seu interior são limpos e as peças fundamentais são substituídas. Só então é adicionado o novo pó específico e o toner é novamente montado e testado. O teste de impressão final é imprescindível para se ter plena certeza da sua condição aprovada para que o cartucho seja vendido. O cartucho remanufaturado irá propiciar que a qualidade de impressão seja até duas vezes maior que na recarga.
A Recarga é um procedimento no qual o seu toner não sofre nenhum tipo de manutenção. Consiste apenas em recarregar o toner com nova quantidade de pó. Portanto, o novo pó é misturado com o que restou do antigo pó. Em consequência disso, o toner imprimirá menos páginas, a qualidade de impressão ficará comprometida e as peças da impressora terão um maior desgaste.

Remanufatura e Recarga têm a ver com Reciclagem?
A remanufatura é um conjunto de procedimentos para tornar reutilizável um cartucho de impressão cujo conteúdo de toner esgotou-se. Apesar de ser usado como sinônimo de recarga ou reciclagem, para os profissionais desta área, a remanufatura tem um objetivo e um significado muito diferente.
A recarga é uma operação de simples preenchimento do conteúdo de pó no cartucho, e deve ser entendida como procedimento contraindicado.
Observação: A Recarga é apenas um dos itens do processo de Remanufatura ou Reciclagem* de um cartucho de toner.
     *O termo reciclagem é usualmente empregado para dar ênfase ao aspecto ecológico e de responsabilidade social.

Quantas Remanufaturas sucessivas podem ser feitas?
Existem diversas publicações nas quais podem ser encontradas as tabelas de remanufaturas sucessivas. Não dá para fazer uma previsão exata de quantas vezes um cartucho poderá ser remanufaturado e continuar imprimindo com a mesma qualidade. Não se sabe quando esse cartucho foi produzido originalmente, como ele foi estocado, quantas páginas foram por ele impressas e qual o estado da impressora em que ele foi utilizado ao longo do tempo.
Dessa forma, podemos afirmar que, a opção pelo remanufaturado, quando manuseado por uma empresa experiente e confiável, que realiza a correta substituição de peças e a aplicação do teste de impressão final, permitirá que a vida de um cartucho de toner seja muito longa, suportando inúmeras remanufaturas.

Fonte:ocprinter

Honda comunica recall do HR-V.



A Honda Automóveis convocou hoje os proprietários dos veículos modelo HR-V, ano/modelo 2016, fabricados entre 10/3 a 11/9/2015, com numeração de chassis de 0002 até 3899, a comparecerem em uma concessionária da marca para confirmação do aperto dos parafusos dos cubos das rodas traseiras e, caso necessário, substituição de eventuais componentes danificados.
No comunicado, a empresa informa ter constatado a possibilidade de aperto insuficiente de alguns dos parafusos dos cubos das rodas traseiras. Nestas condições, pode ocorrer o desprendimento destes parafusos, emitindo ruído anormal nessa região e, em situação extrema, o cubo poderá soltar-se da sua fixação, possibilitando a perda de controle do veículo com risco de acidente. Este defeito pode causar danos materiais e lesões graves ou até mesmo fatiais aos ocupantes e/ou terceiros.
Para agendamento e mais informações, a Honda disponibiliza o telefone 0800 701 3432, das 8h às 20h, de segunda a sexta-feira e o site www.honda.com.br/recall/autos.
O Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da defesa da Cidadania do Governo do Estado de São Paulo, orienta os consumidores sobre seus direitos. A empresa deverá apresentar os esclarecimentos que se fizerem necessários, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor, inclusive com informações claras e precisas sobre os riscos para o consumidor.

Fonte:correio do Estado

terça-feira, 8 de setembro de 2015

DIGIFORT Mobille solução para dispositivos móveis.

A Digifort, pensando na praticidade e mobilidade, apresenta a sua mais nova aplicação para Dispositivos Móveis, o Digifort Mobile.

O Digifort Mobile é um software desenvolvido em plataforma Java para Dispositivos Móveis como Celulares, Smartphones, PDA´s e etc. Possibilita visualizar imagens de câmeras IP e Vídeos Servers (Encoder) através de Dispositivos Móveis. Além disso, o Digifort Mobile possibilita a ativação de eventos através de relés de Saída das Câmeras IP e módulos de automação, homologados no Sistema Digifort.


De fácil instalação e configuração, o Digifort Mobile é a solução ideal para empresas e residências, onde a qualquer momento o usuário poderá visualizar as câmeras, controlar câmeras PTZ, ativar presets ou acionar eventos a partir de qualquer localidade, via Servidor Digifort, utilizando-se das tecnologias de transmissão disponíveis hoje no mercado como: 3G, rede Wireless e Bluetooth.


O Digifort Mobile não é um módulo opcional do Sistema Digifort, mas sim um complemento, já disponível quando você adquire a versão 6.



Com o Digifort Mobile você pode acionar diversos eventos de saída diretamente do seu Dispositivo Móvel, como por exemplo:
  • Acionar sirenes
  • Ligar e desligar lâmpadas
  • Abrir portas ou portões
  • Ligar e desligar uma bomba de água, motores, eletro-eletrônicos
  • Entre outros
Principais Recursos
  • Possui visualização das imagens via celular ou por qualquer dispositivo Móvel compatível com JAVA 2 ME (JAVA CLDC 1.1 / MIDP-2.0)
  • Permite conectar-se com múltiplos servidores
  • Possui visualização de câmeras individualmente
  • Possibilita salvar Screenshot (Foto) da imagem no Dispositivo Móvel
  • Permite visualização da imagem em tela cheia
  • Permite controle de PTZ
  • Permite usar Preset
  • Permite configuração de visualização por Resolução, Qualidade da imagem e Frames por Segundo (FPS)
  • Possui status de Banda Consumida em Kbytes
  • Permite ativar alarmes (Ligar uma lâmpada, acionar uma sirene, fechar um portão e etc)
  • Disponível em Português, Inglês e Espanhol


Como instalar o Digifort Mobile

  • O Dispositivo Móvel precisa ser compatível com Java 2 ME (JAVA CLDC/MIDP-2.0).
  • Fazer o download do arquivo “DigifortMobile.jar” na sessão Downloads.
  • Instalar o “DigifortMobile.jar” no Dispositivo Móvel.
  • Cadastrar o Servidor Digifort no Digifort Móbile.
  • Executar o aplicativo Digifort Móbile.
  • Conectar no Servidor Digifort previamente cadastrado. 
Em caso de dúvidas, consulte o manual do Digifort Mobile.

Esta facilidade é gratuita e está disponível somente a partir da versão 6.2 do Software Digifort.

Retirado de www.digifort.com.br

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Ranking com Top 10 tem aumento de 5,6% nas reclamações na semana.


Ao todo, as empresas somaram 12.233 queixas. Net, Vivo e Sky aparecem na frente



No período de 24 a 30 de julho, as 10 empresas com maiores volumes de reclamações somaram 12.233 queixas, um aumento de 5,59% em relação ao levantamento anterior.
De acordo com o ranking (detalhado acima), a Net segue como líder, com 2.198 reclamações. Apesar do volume, a empresa tem um bom índice de resposta e solução. Nos últimos seis meses, empresa de TV a cabo respondeu 99,9% dos problemas de seus clientes e conseguiu resolver 75%. Por isso, a empresa tem reputação "boa", segundo avaliação dos consumidores no Reclame AQUI.
Com 1.569 reclamações, a operadora Vivo aparece na segunda posição com 23,7% de índice de solução, seguida da Sky (1.478 reclamações e 71,2% de solução), Claro (1.365 e 21,7%), Oi (1.279 e 25,4%) e Tim (1.055 e 20%), todas consideradas "não recomendadas" no atendimento.

Varejo e eletrônicos

Na sétima colocação, aparece a loja virtual Extra.com.br, que teve 888 queixas na semana, possui índice de solução de 79% e reputação "boa". Assim como a Motorola, que teve 797 reclamações e 74,4% de média de casos resolvidos.

A Samsung fechou a semana na nova posição, com 791 reclamações e média de 51,9% de solução e reputação "ruim". Em décimo lugar, fechando o ranking Top 10, as lojas virtuais da Casas Bahia teve 786 queixas e resolveu 77% dos casos no último semestre.

Fonte: ReclameAQUI - 03/08/2015

Bradesco compra operação brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilhões.




O Bradesco comprou neste domingo (2) a operação brasileira do HSBC por US$ 5,186 bilhões (R$ 17,6 bilhões), diminuindo a diferença para o Itaú, maior banco privado do país.
Os detalhes do negócio serão anunciados nesta segunda-feira (3). O valor da operação ficou acima do previsto pelo mercado. Analistas esperavam que o banco fosse comprado por R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões.
O maior interesse do Bradesco está na clientela de alta renda do HSBC, sexta maior instituição financeira do país em ativos. O banco tem cerca de 10 milhões de clientes, uma rede de 853 agências e receitas da ordem de R$ 10,6 bilhões.









"Com a aquisição, o Bradesco assumirá todas as operações do HSBC no Brasil, incluindo varejo, seguros e administração de ativos, bem como de todas as agências e clientes", informa o banco, em fato relevante publicado nesta segunda-feira.
O HSBC planeja manter uma pequena presença no Brasil para atender clientes corporativos.
Segundo o Bradesco, a aquisição vai proporcionar benefícios para os clientes das duas instituições, como o aumento da rede de atendimento em todo o país e o acesso a produtos oferecidos pelos dois bancos, principalmente nos mercados de seguro, cartão de crédito e administração de fundos (asset management).

"A aquisição possibilitará ganho de escala e otimização de plataformas, com aumento da cobertura nacional, consolidando a liderança em número de agências em vários Estados, além de reforçar sua presença no segmento de alta renda", diz o banco em comunicado.
Os clientes do HSBC, de acordo com o Bradesco, "continuarão a ser atendidos da forma habitual e, após a conclusão da operação, passarão a contar com todos os produtos, os serviços e as comodidades oferecidas".

ESTRATÉGIA

O negócio é concretizado quase dois meses após o HSBC ter anunciado uma reestruturação global, que incluía a venda de suas filiais brasileira e turca, para reduzir custos em US$ 5 bilhões e enxugar 25 mil vagas, número que representa cerca de 10% de seus funcionários.
O plano faz parte de uma estratégia do banco para recuperar a rentabilidade e superar as perdas ocasionadas pelo escândalo conhecido como Swissleaks, em que é acusado de ajudar clientes de alta renda a sonegar imposto e ocultar recursos depositados em contas na Suíça.

O HSBC chegou ao Brasil em 1997, ao comprar o antigo Bamerindus, com a promessa de acirrar a concorrência e consolidar um plano de expansão mundial. Mas, ao contrário do que a matriz esperava, suas operações foram deficitárias. No ano passado, o HSBC registrou prejuízo de R$ 549 milhões.
Em nota, o Banco Central informa que não participou das negociações da compra e que analisará seu impacto sobre a estabilidade e o nível de concorrência do sistema financeiro para decidir se aprova a transação

EMPREGO

A venda preocupa os bancários, que temem aumento das demissões em um período em que os cortes se intensificam. A defesa do emprego é um dos principais itens da pauta da campanha salarial aprovada neste domingo.
"Vemos com preocupação a venda do HSBC, que tem hoje mais de 20 mil trabalhadores em todo o país e milhões de clientes. E é com eles que o banco precisa se comprometer. Nenhum processo de venda pode causar prejuízo à sociedade brasileira", disse a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira.

Fonte: Folha Online - 03/08/2015