quinta-feira, 21 de março de 2013

Prédios para desabrigados de Niterói, no Rio, serão reconstruídos.


A Caixa Econômica Federal deve divulgar, em até 30 dias, um relatório com as falhas que comprometem a estrutura de dois prédios de um conjunto habitacional em Niterói, no grande Rio. Construído por meio do Programa Minha Casa, Minha vida, as unidades habitacionais, orçadas em R$ 22 milhões, seriam destinadas a desabrigados pela tragédia do Morro do Bumba. No entanto, correndo risco de desabar, dois dos nove prédios serão demolidos e reconstruídos.
O diretor executivo de Habitação da Caixa, Teotonio Rezende, explicou que o documento está sendo elaborado por engenheiros do banco, da construtora Imperial Serviços e da seguradora do empreendimento. A suspeita é que o excesso de chuva no início da semana tenha afetado o solo, embora esta tese seja questionada por especialistas do Conselho Regional de Engenharia (Crea).
"Até o início das chuvas não havia nenhuma falha técnica aparente, mas não estou afirmando que a única causa [do abalo na estrutura] foi a chuva. Essa conclusão constará do laudo", disse Rezende. Segundo ele, foram adotadas todos as regras para esse tipo de construção, como o aterramento do terreno. "A área foi preparada para ficar fora do foco de enchentes", reforçou.
As conclusões do relatório também vão indicar se é da construtora ou da seguradora, a responsabilidade pela demolição e reconstrução dos prédios. Os custos e o cronograma da obra também serão estimados. "Se ficar comprovado que a causa foi externa, ou seja, as chuvas, a seguradora arcará com todos os custos de reconstrução. Já se ficar comprovada falha técnica, a responsabilidade do ônus é da construtora", acrescentou o diretor.
Para o Crea, no entanto, que também vai averiguar se houve negligência na obra por meio de uma sindicância, faltaram estudos sobre o solo. Estas análises deveriam indicar as técnicas apropriadas para fazer a fundação dos imóveis. "Os estudos hidrológicos, geotécnicos, geológicos e topográficos não foram levados em conta", explicou o engenheiro de grandes estruturas e conselheiro do Crea, Antonio Eulalio. Procurados, nenhum representante da construtora foi localizado.
"Baseados nesses documentos, a solução da fundação não deveria ser aquela adotada porque ali é caminho das águas, que acarretaram a erosão por baixo dos prédios e descalçou as fundações, que são rasas, causando um colapso da estrutura dos imóveis", explicou Eulalio. Segundo ele, as empreiteiras têm o costume de abrir mão desses estudos para economizar na obra.
"Os custos dos projetos técnicos prévios equivalem, em média, a 3% da obra e pode significar até 40%, se for bem [conduzido]. Mas o empresário, às vezes, não tem noção, acha que aquilo é desnecessário e corta onde acha que pode cortar. Acaba acontecendo isso", declarou. "A Caixa, por sua vez, acompanha o cronograma físico e financeiro sem conhecer os detalhes do projeto", criticou.
Em uma investigação paralela, a Comissão de Análises e Prevenção de Acidentes do Crea convocou para depor os engenheiros que acompanham a execução da obra pela Caixa Econômica, dona dos prédios, e pela Construtora Imperial. A previsão é que eles sejam ouvidos no início de abril. 
Fonte:Folha

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Falta de água atinge o Rio e Alerj encerra expediente mais cedo.



Problemas em equipamentos de distribuições da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos) prejudica o abastecimento de água no Rio e na Baixada Fluminense nesta segunda-feira. Com isso, até o expediente da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado) foi encerrado mais cedo.
De acordo com funcionários da Alerj, faltava água em toda a Casa e a partir das 15 horas os funcionários foram dispensados. Amanhã, no entanto, a previsão é de um dia normal de trabalho. A expectativa da Cedae, porém, é que a distribuição seja normalizada apenas na quarta-feira (27).
Segundo a Cedae, vários bairros estão sendo afetados e os moradores da região metropolitana do Rio devem economizar água nas próximas 72 horas. Ela destaca ainda que o problema foi provocado por interrupções de energia que provocaram danos nos equipamentos que fazem a distribuição de água.
O problema de energia teria ocorrido no último fim de semana e atingido a ETA (Estação de Tratamento de Água) do Guandu, responsável pelo abastecimento de toda a cidade do Rio e 85% da Baixada Fluminense. A Folha tentou contato com a Light (concessionária de energia elétrica) na noite de hoje mas não conseguiu.
O presidente da Cedae, Wagner Victer, afirmou que a direção da companhia levará o problema à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para que tome as ações cabíveis.
"Em dezembro de 2012 a Cedae também sofreu diversas vezes com interrupções no fornecimento de energia e, na ocasião, levamos o assunto à direção da Light, questionando as razões da sequência de interrupções. Agora, como o assunto é recorrente, a direção da Cedae voltará a encaminhar o assunto à Aneel", disse ele. 
Fonte:Estadão

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Busca das empresas por crédito sobe 19,3% em janeiro, diz Serasa.

Essa foi a 2ª maior alta para um mês de janeiro desde 2006.
Setor industrial apresentou o maior crescimento, de 21,4%.

 








A quantidade de empresas que procuraram crédito avançou 19,3% em janeiro, na comparação com dezembro de 2012, segundo aponta o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito, divulgado nesta quarta-feira (20). Essa foi a segunda maior alta para um mês de janeiro desde o início da medição (ano de 2006), perdendo apenas para o crescimento de 28,4% registrado em janeiro de 2007.
O setor industrial apresentou o maior crescimento, de 21,4%, de procura por crédito. Os outros setores também mostram altas: de 19,3% nas empresas comerciais e de 19,0% nas empresas de serviços.
"O fato de o varejo não ter virado o ano com acúmulo de estoques indesejados pode ter acelerado o processo de reposição junto à indústria, intensificando a busca por capital de giro neste segmento". disse a Serasa, em nota.
Por região
O maior avanço da procura por crédito partiu da região Sudeste, com alta de 20,4% sobre dezembro, seguida pela região Centro-Oeste, 19,2%. As regiões Norte e Sul apresentaram crescimentos de 18,7% e de 18,3%, respectivamente. A menor expansão ocorreu na região Nordeste, com alta de 17,5% em janeiro.

Na avaliação dos economistas da Serasa, o crescimento significativo da demanda das empresas por crédito neste início de ano é sinal de que a atividade econômica está em processo de recuperação de dinamismo.
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Caixa planeja captar USS 2 bilhões para ampliar crédito.

Do Estadão Conteúdo 
 
 Shutterstock

A Caixa Econômica Federal pretende captar um mínimo de US$ 2 bilhões no primeiro semestre para financiar a expansão do crédito prevista para este ano, especialmente em infraestrutura, disse o vice-presidente de Finanças e Mercado de Capitais do banco, Márcio Percival.

O executivo disse que o banco conseguirá captar ao mesmo custo, para os dois vencimentos, da operação feita no ano passado, quando colocou US$ 1,5 bilhão em duas tranches (divisão de pagamentos) de cinco e dez anos. Percival informou ainda uma das tranches será em dívida subordinada.
Segundo Percival, a Caixa quer trabalhar junto com o governo no financiamento da infraestrutura e "pretende atuar nas concessões de ferrovias e rodovias", sem detalhar. "Pretendemos ter um papel estratégico, não só nas concessões; temos participado de project finances, por meio de fundos de investimento, por meio de debêntures de infraestrutura e linhas diretas de empréstimo", disse o executivo. Percival informou que atualmente a carteira de crédito para infraestrutura já representa 10% da carteira total de crédito do banco, de R$ 353,7 bilhões.
Durante a apresentação do resultado do banco em 2012, o presidente da Caixa, Jorge Hereda, destacou que os segmentos de infraestrutura e de habitação serão o foco este ano. "Queremos ser um diferencial para o governo nas áreas públicas, apoiando programas como PAC, Minha Casa Minha Vida e na área de infraestrutura", afirmou Hereda.

MP investiga caso de trabalho escravo envolvendo Lojas Americanas.

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SÃO PAULO - O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) informaram nesta terça-feira, 19, que vão apurar a responsabilidade das Lojas Americanas no caso de cinco bolivianos flagrados em condições análogas às de escravos em uma oficina de costura em Americana (SP). De acordo com fiscais do MTE e procuradores do MPT, os trabalhadores costuravam peças de vestuário infantil diretamente para a empresa HippyChick Moda Infantil Ltda., também de Americana. A única cliente da empresa seria a rede varejista Lojas Americanas, segundo o MPT. 
Em nota, o MPT afirma que as roupas eram postas à venda nas Lojas Americanas, com a etiqueta "Basic+ Kids". A rede varejista possui o registro da marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) desde fevereiro de 2006, conforme consta do site da entidade na internet. A fiscalização do trabalho encontrou na oficina "peças piloto" (modelo do vestuário que é reproduzido pelos costureiros) e etiquetas da marca.
Procurada, a Lojas Americanas informou, por meio de nota à imprensa, que repudia qualquer tipo de trabalho realizado em condições degradantes, e que desconhecia o que foi verificado pelo Ministério Público do Trabalho. "A Lojas Americanas informa ainda que cancelou as atuais relações comerciais com o fornecedor Hippychick", diz a nota.
Denúncia
A oficina foi denunciada ao Ministério do Trabalho e Emprego pela Polícia Federal, que um ano antes havia realizado diligência no local para verificar a situação dos vistos de permanência dos bolivianos. Ela foi montada de forma clandestina nos fundos do quintal de uma área residencial, na periferia da cidade. O dono, originário da Bolívia, mantinha parentes trabalhando em um barracão improvisado, com condições consideradas insalubres. A pequena fábrica têxtil recebia R$ 2,80 por cada peça produzida para a HippyChick.
No momento da fiscalização, que aconteceu no dia 22 de janeiro, nenhum trabalhador possuía registro em carteira de trabalho. Há indícios de aliciamento de mão de obra, fato que ainda está sob investigação. Segundo o MPT, os estrangeiros foram resgatados e receberam direito ao seguro-desemprego.
Nos dias 7 e 14 de fevereiro foram expedidas as carteiras de trabalho dos bolivianos e efetuadas as rescisões indiretas de contrato (com justa causa do empregador), com o pagamento de verbas salariais (proporcional de 13º, férias etc), FGTS e multa, e da indenização prevista no TAC, tudo por conta da HippyChick.
A HippyChick recebeu 23 multas do Ministério do Trabalho pelas irregularidades apontadas, dentre elas, reduzir trabalhadores a condições análogas às de escravo, terceirização ilegal, falta de segurança e saúde do trabalho etc.
De acordo com comunicado do MPT, os envolvidos podem ser multados, processados na Justiça do Trabalho e até responder por crime de redução de trabalhadores a condições análogas às de escravo, que prevê de 2 a 8 anos de reclusão.
As empresas que se utilizam de mão de obra escrava têm seu nome incluído na lista de trabalho escravo, mantida pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que prevê a suspensão de financiamento e acesso ao crédito por instituições federais, como Caixa, BNDES e Banco do Brasil, além de serem submetidas a restrições comerciais com empresas signatárias do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.
Fonte:Estadão.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Teresópolis, RJ, é 2º lugar nacional em volume de chuva no mês de janeiro.


Motivo da chuva seria a Zona de Convergência do Atlântico Sul.Choveu em janeiro deste anos aproximadamente 680 ml.

 


De acordo com os dados do Instituto Nacional de Meteorologia, Inmet, Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, é a segunda cidade brasileira onde mais choveu neste mês, atrás apenas de Angra dos Reis, no Sul Fluminense. O índice de chuva em janeiro de 2013, aproximadamente 680 milímetros, segundo a Defesa Civil , foi mais que o dobro do esperado para o período do ano.
Segundo os meteorologistas do Inmet, o motivo desta quantidade de chuva em Teresópolis foi a Zona de Convergência do Atlântico Sul, um fenômeno que traz umidade da Amazônia para o Sudeste. A chuva causou estragos no início do mês na cidade.
Na noite do dia 2 de janeiro, as sirenes de alerta em Teresópolis chegaram a ser acionadas. Vários pontos foram alagados, o rio Paquequer transbordou e o bairro Caxangá foi um dos mais atingidos pela chuva.
Para ler mais notícias do G1 Serra, Lagos e Norte, clique em g1.globo.com/intertvrj.

Moradores de Petrópolis, RJ, denunciam obras inacabadas.


Cerca de R$ 266 mil de dinheiro público foram gastos.
Obra deveria ter ficado pronta em dezembro de 2012.


 

 Moradores da comunidade Unidos Venceremos, em Petrópolis, Região Serrana do Rio de Janeiro, denunciaram obras iniciadas pela prefeitura em 2012 e que não foram concluídas. Um desperdício de dinheiro público de R$ 266 mil. No local ferros e vergalhões expostos colocam as crianças do bairro em risco.
A placa da Comdep anuncia a obra na quadra que deveria ter ficado pronta em dezembro de 2012, a empresa contratada para fazer o serviço derrubou as salas que eram usadas pela associação de moradores, que não tem mais onde organizar os eventos.
Moradores aguardam fim da realização das obras. A equipe da Inter TV entrou em contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura, mas não obteve resposta.
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sábado, 26 de janeiro de 2013

Estado inicia obras de contenção de encostas na Região Serrana


Nova Friburgo e Teresópolis, municípios mais afetados durante as chuvas de 2011, serão beneficiadas. Investimento total aplicado nas intervenções será de R$ 58,7 milhões.

 http://www.ofluminense.com.br/sites/default/files/imagecache/Noticias_Imagens/d1fc-010-%3D-AGENCIA-BRASIL----VALTER-CAMPANATO--%3D--REGI%C3%83O-SERRANA.jpg

Depois de investir recursos próprios no valor total de R$ 147 milhões para realizar 45 intervenções em pontos considerados de alto risco na Região Serrana, o Governo do Estado do Rio de Janeiro iniciou, na semana passada, uma nova série de obras de contenção de encostas nos municípios de Nova Friburgo e Teresópolis, as duas cidades que foram as mais afetadas pelas enchentes que atingiram em cheio aquela região em janeiro de 2011.
Serão investidos no total, segundo o governo, R$ 58,7 milhões de recursos do governo federal em serviços de contenção de encostas de sete localidades das duas cidades.
Já do Tesouro estadual serão investidos recursos da ordem de R$ 4,3 milhões na contenção de blocos de rochas nas ruas Santa Martha e Epitácio Pessoa, na localidade conhecida por Matacão, no bairro Jardim Ouro Preto, em Nova Friburgo. 
As obras serão feitas nas localidades de Jardinlândia, São Jorge e Floresta, em Nova Friburgo, num investimento de R$ 38,1 milhões, e em encostas das localidades do Caleme, Vila Muqui, Parque Imbuí 2 e Solar do Renan, em Teresópolis, onde serão gastos R$ 20,5 milhões.
Todas as 45 obras que foram entregues pelo governo do Estado do Rio no ano passado contribuíram para minimizar os efeitos das últimas chuvas na região. 
Ao todo, foram 17 intervenções realizadas no município de Teresópolis- uma no Golf (Rua Alberto Nader, atrás do Golf Club), Três Córregos (próximo à BR-116) e Salaco, duas no Caleme (Ruas Nhambu e Canário), outras seis no Fisher, e mais seis no Frades.
Já na cidade de Nova Friburgo foram realizadas 28  - duas no Colégio Miosótis, duas na Rua Cristina Ziedi, três na Rua Dr. Henrique Braune (subida do teleférico), três no Tingly, quatro no Clube dos 50, seis na Praça do Suspiro e oito em Duas Pedras.
Ainda serão destinados cerca de R$ 20 milhões para  a realização de obras de contenção de encostas dentro de outras 63 áreas consideradas de alto risco e que foram cadastradas nos municípios de Teresópolis, Petrópolis, Nova Friburgo e Sumidouro. 
Os envio dos recursos foi aprovado, no fim de novembro do ano passado, pelo Ministério das Cidades.
Todas as obras previstas serão devidamente licitadas pela Secretaria estadual de Obras.


O FLUMINENSE

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Depois de remover fradinhos carros invadem rua em Laranjeiras segundo leitora do jornal "o globo".

Fradinhos retirados de calçada em rua de Laranjeiras.

 Pedestre não tem vez: calçada é completamente ocupada por carro Foto: Foto da leitora Paula Freitas/ Eu-Repórter
Pedestre não tem vez: calçada é completamente ocupada por carro Foto da leitora Paula Freitas/ Eu-Repórter
RIO - Sem os fradinhos antes instalados na Rua Álvaro Chaves, em Laranjeiras, motoristas não mais encontram obstáculos na hora de estacionar sobre calçadas.
— Há cerca de um mês, a prefeitura retirou os fradinhos nas imediações do Fluminense. Agora, os carros fazem a festa. E o pior é que um cadeirante mora bem no prédio da esquina das ruas Álvaro Chaves e Moura Brasil, e, desse jeito, fica impossível para ele passar pela calçada — afirma Paula Freitas, que enviou fotos do flagrante para o Eu-Repórter.
Em junho de 2010, a prefeitura do Rio deu início à “Operação Antifradinho”, retirando os polêmicos blocos de concreto instalados irregularmente na cidade. Segundo a Secretaria de Conservação e Serviços Públicos (Seconserva), já foram removidos 3.800 fradinhos desde então, para “melhorar a ambiência urbana” e livrar as calçadas dos obstáculos fora do padrão.
Equipes dos Zeladores do Rio (projeto em que funcionários da Comlurb circulam pela cidade para identificar problemas de conservação) ajudam a prefeitura a localizar pontos onde há fradinhos instalados de forma incorreta. Condomínios e lojas são, então, notificados.
A Seconserva afirma contar com a atuação da Guarda Municipal para coibir o estacionamento irregular. A GM promete enviar uma equipe até a esquina de Laranjeiras para checar a denúncia de estacionamento sobre a calçada. Segundo o órgão, a via está em sua rota de patrulhamento. Denúncias de estacionamento irregular podem ser feitas pelo telefone 1746.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/eu-reporter/depois-da-remocao-de-fradinhos-carros-invadem-calcada-em-laranjeiras-7172430#ixzz2HKwky5ET