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teste
Seu Braço direito na área de tecnologia
terça-feira, 26 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Inadimplência do consumidor sobe em outubro, diz Serasa.
O Indicador de Inadimplência do Consumidor divulgado nesta
segunda-feira, 18, pela Serasa Experian, mostra alta de 3,7% em outubro
em relação a setembro. Foi o primeiro avanço do indicador após quatro
quedas mensais consecutivas. No acumulado de janeiro a outubro de 2013,
ante o mesmo intervalo do ano anterior, o índice recuou 0,6%,
representando a primeira queda histórica da série para o período.
Em nota distribuída à imprensa, os economistas da empresa atribuem a alta da inadimplência do consumidor em outubro a fatores sazonais como o maior volume de vendas pelo Dia da Criança e o maior número de dias úteis em relação a setembro. Por isso, o resultado não pode ser interpretado como uma reversão de tendência do atual momento de diminuição dos níveis de inadimplência dos consumidores, segundo a nota.
A aceleração do indicador em outubro foi puxada pelas dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia, água, etc.), que registraram variação positiva de 5,1%. Já a inadimplência com os bancos subiu 0,9%, os títulos protestados cresceram 16,8% e o número de cheques sem fundos aumentou 10,6%.
Fonte:UOL
Em nota distribuída à imprensa, os economistas da empresa atribuem a alta da inadimplência do consumidor em outubro a fatores sazonais como o maior volume de vendas pelo Dia da Criança e o maior número de dias úteis em relação a setembro. Por isso, o resultado não pode ser interpretado como uma reversão de tendência do atual momento de diminuição dos níveis de inadimplência dos consumidores, segundo a nota.
A aceleração do indicador em outubro foi puxada pelas dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia, água, etc.), que registraram variação positiva de 5,1%. Já a inadimplência com os bancos subiu 0,9%, os títulos protestados cresceram 16,8% e o número de cheques sem fundos aumentou 10,6%.
Fonte:UOL
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Receita abre na sexta-feira consulta ao sexto lote de restituição do IRPF 2013.
A partir das 9 horas de sexta-feira, 08
de novembro, estará disponível para consulta o sexto lote do Imposto
sobre a Renda da Pessoa Física do exercício de 2013 (ano-calendário
2012). Poderão ser consultados também os lotes residuais referentes aos
exercícios de 2012 a 2008, correspondentes aos anos-calendários de 2011 a
2007, respectivamente.
O crédito bancário para 2.129.401
contribuintes será realizado no dia 18 de novembro, totalizando o valor
de R$ 2,1 bilhões. Desse total, R$ 54.257.716,70 refere-se ao
quantitativo de 14.462 contribuintes de que trata o Art. 69-A da Lei nº
9.784/99, sendo 12.823 contribuintes idosos e 1.639 contribuintes com
alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.
Relativamente ao exercício de 2013, serão
creditadas restituições para um total de 2.098.768 contribuintes,
totalizando R$ 2.036.289.876,90 já acrescidos da taxa selic de 5,16%
(maio de 2013 a novembro de 2013). As restituições de lotes residuais de
exercícios anteriores, conforme discriminado na tabela abaixo,
beneficiam 30.633 contribuintes e totalizam R$ 63.710.123,10, valor
atualizado até novembro de 2013.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet (http://www.receita.fazenda.gov.br),
ou ligar para o Receitafone 146. A Receita disponibiliza, ainda,
aplicativo para tablets e smarthphones que facilita consulta a
declarações de IR e situação cadastral no CPF. Esse aplicativo possui
funcionalidades destinadas às pessoas físicas. Com ele será possível
consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre
liberação das restituições das declarações do IRPF e a situação
cadastral de uma inscrição no CPF.
A restituição ficará disponível no banco
durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo,
deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico
– Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no
serviço Extrato do Processamento da DIRPF.
Caso o valor não seja creditado, o
contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou
ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001
(capitais) e 0800-729-0001 (demais localidades) para agendar o crédito
em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Fonte: Receita Federal do Brasil
Projeto que trata do ISS é aprovado.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE)
do Senado Federal aprovou na manhã de ontem (12) o Projeto de Lei do
Senado 386/2012, de autoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR), que altera
a Lei Complementar nº 116, de 31 de julho de 2003, e dispõe sobre o
Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS, de competência dos
municípios e do Distrito Federal.
O presidente da Fenacon, Valdir
Pietrobon, esteve presente na sessão e acompanhou a sua aprovação. Na
semana passada, juntamente com o presidente do Sescon-SP, Sérgio
Approbato, ele se reuniu com o relator da proposta, senador Humberto
Costa (PT-PE).
O projeto foi aprovado conforme o parecer
lido na semana passada, atendendo todos os pedidos do Sistema Fenacon. A
matéria vai a Plenário, em regime de urgência, e receberá também
parecer da comissão de constituição e justiça.
Fonte: Fenacon
domingo, 10 de novembro de 2013
Proposta aperfeiçoa a legislação da Eireli e cria a sociedade limitada unipessoal.
A Comissão de Constituição, Justiça e
Cidadania (CCJ) aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (16), o
Projeto de Lei do Senado (PLS) 96/2012, que modifica o Código Civil (Lei
10.406/2002) para aperfeiçoar a legislação da empresa individual de
responsabilidade limitada (Eireli). Ele também passa a permitir a
criação da sociedade limitada unipessoal (SLU). A matéria recebeu
decisão terminativa na comissão.
O texto retira a exigência de capital mínimo para a formação da empresa individual – que pela lei em vigor é de pelo menos 100 salários-mínimos – e a obrigatoriedade de integralização de todo o capital no momento da constituição da empresa.
Durante a discussão, o autor da proposta, senador Paulo Bauer (PSDB-SC), justificou a eliminação da exigência do capital, que em sua opinião é um “faz de conta em vigor no país”. Segundo disse, hoje, se alguém quiser iniciar um empreendimento individual precisa colocar numa conta bancária mais de R$ 60 mil, e esse capital deixa de existir dois ou três dias depois de sua criação, já que o cidadão precisa investir em sua empresa.
- Deixemos que ele comece sua atividade com o equipamento e o crédito que tenha, para depois crescer com seu trabalho – afirmou.
O relator, senador Gim (PTB-DF), lembrou que a obrigatoriedade de integralização - que o texto elimina - leva à existência de empresas com sócios-laranja, já que para as sociedades limitadas não há exigência de capital mínimo.
O texto modifica a lei vigente e, na Eireli, restringe à pessoa natural a constituição da empresa individual de responsabilidade limitada. A legislação em vigor é ambígua, dando brechas para que a pessoa jurídica também possa fazê-lo. Também passa a permitir à pessoa natural constituir mais de uma Eireli.
SLU
Outra forma de pessoa jurídica passa a ser reconhecida com a aprovação do texto: as sociedades limitadas unipessoais, para permitir a limitação da responsabilidade do empresário.
Uma das principais diferenças entre a Eireli e uma sociedade limitada unipessoal é a forma societária: é permitido que uma única pessoa jurídica seja titular de uma SLU, mas somente uma pessoa natural pode ser titular de uma empresa individual. O capital da SLU, entretanto, pode ser dividido entre dois sócios ou mais.
“A sociedade limitada unipessoal atende tanto ao interesse da pessoa natural quanto ao da pessoa jurídica. No primeiro caso, serve de instrumento de organização da separação e de limitação patrimonial de pequenos negócios; no segundo, é forma de organização administrativa de grupos societários”, justificou o autor.
O relator acolheu emendas do senador José Agripino (DEM-RN) que incluem no texto as sociedades simples (quando os sócios exercem a suas profissões, ou seja, a prestação de serviço tem natureza estritamente pessoal), e não somente as empresárias (quando há o exercício, de forma profissional, de atividade econômica organizada para a produção e circulação de bens ou de serviços).
José Pimentel (PT-CE) comemorou a aprovação da proposta que, segundo ele, auxiliará o governo no esforço para formalizar 11 milhões de empreendedores no Brasil. Conforme afirmou, com a aprovação da proposta, também será possível separar o patrimônio da pessoa jurídica do patrimônio da pessoa física, o que traz mais segurança.
O texto retira a exigência de capital mínimo para a formação da empresa individual – que pela lei em vigor é de pelo menos 100 salários-mínimos – e a obrigatoriedade de integralização de todo o capital no momento da constituição da empresa.
Durante a discussão, o autor da proposta, senador Paulo Bauer (PSDB-SC), justificou a eliminação da exigência do capital, que em sua opinião é um “faz de conta em vigor no país”. Segundo disse, hoje, se alguém quiser iniciar um empreendimento individual precisa colocar numa conta bancária mais de R$ 60 mil, e esse capital deixa de existir dois ou três dias depois de sua criação, já que o cidadão precisa investir em sua empresa.
- Deixemos que ele comece sua atividade com o equipamento e o crédito que tenha, para depois crescer com seu trabalho – afirmou.
O relator, senador Gim (PTB-DF), lembrou que a obrigatoriedade de integralização - que o texto elimina - leva à existência de empresas com sócios-laranja, já que para as sociedades limitadas não há exigência de capital mínimo.
O texto modifica a lei vigente e, na Eireli, restringe à pessoa natural a constituição da empresa individual de responsabilidade limitada. A legislação em vigor é ambígua, dando brechas para que a pessoa jurídica também possa fazê-lo. Também passa a permitir à pessoa natural constituir mais de uma Eireli.
SLU
Outra forma de pessoa jurídica passa a ser reconhecida com a aprovação do texto: as sociedades limitadas unipessoais, para permitir a limitação da responsabilidade do empresário.
Uma das principais diferenças entre a Eireli e uma sociedade limitada unipessoal é a forma societária: é permitido que uma única pessoa jurídica seja titular de uma SLU, mas somente uma pessoa natural pode ser titular de uma empresa individual. O capital da SLU, entretanto, pode ser dividido entre dois sócios ou mais.
“A sociedade limitada unipessoal atende tanto ao interesse da pessoa natural quanto ao da pessoa jurídica. No primeiro caso, serve de instrumento de organização da separação e de limitação patrimonial de pequenos negócios; no segundo, é forma de organização administrativa de grupos societários”, justificou o autor.
O relator acolheu emendas do senador José Agripino (DEM-RN) que incluem no texto as sociedades simples (quando os sócios exercem a suas profissões, ou seja, a prestação de serviço tem natureza estritamente pessoal), e não somente as empresárias (quando há o exercício, de forma profissional, de atividade econômica organizada para a produção e circulação de bens ou de serviços).
José Pimentel (PT-CE) comemorou a aprovação da proposta que, segundo ele, auxiliará o governo no esforço para formalizar 11 milhões de empreendedores no Brasil. Conforme afirmou, com a aprovação da proposta, também será possível separar o patrimônio da pessoa jurídica do patrimônio da pessoa física, o que traz mais segurança.
Fonte: Agência do Senado
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Concedida liminar contra cobrança de tarifas para emissão de carnês e boletos.
A 4ª Vara Empresarial do
Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) concedeu liminar
determinando que a BV Financeira S.A. pare de cobrar do consumidor
quantias para emissão de carnê ou boletos bancários. A decisão vale até o
julgamento do mérito da ação e ainda prevê, em caso de descumprimento,
pagamento de multa diária de R$ 10.000,00.
Segundo os autos do processo, nos últimos 18 meses, o Procon do Rio recebeu cerca de 260 reclamações referentes à cobrança da BV Financeira, enquanto o Banco Central do Brasil, no mesmo período, recebeu 27 denúncias de consumidores insatisfeitos com os valores cobrados. Outras instituições, como a Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), também receberam reclamações referentes ao mesmo assunto.
Na decisão, o juiz Gilberto Clovis Farias Matos esclarece que, desde abril de 2008, não há respaldo legal para a contratação da Tarifa de Emissão de Carnê (TEC) nem para a Tarifa de Abertura de Crédito (TAC). “Qualquer cobrança neste sentido viola os princípios norteadores do Código de Defesa do Consumidor, revestindo-se de abusividade. No entanto, não se revela prudente o deferimento, ab initio, sem a oitiva da parte contrária, da totalidade do pedido ministerial, no que se refere à proibição de cobrança de ‘quaisquer outros custos havidos para a cobrança dos respectivos produtos ou serviços que presta’”, afirma o magistrado, ressaltando o caráter liminar do julgamento.
Processo nº 0355848-37.2013.8.19.0001
Fonte: TJRJ - Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - 24/10/2013
Segundo os autos do processo, nos últimos 18 meses, o Procon do Rio recebeu cerca de 260 reclamações referentes à cobrança da BV Financeira, enquanto o Banco Central do Brasil, no mesmo período, recebeu 27 denúncias de consumidores insatisfeitos com os valores cobrados. Outras instituições, como a Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), também receberam reclamações referentes ao mesmo assunto.
Na decisão, o juiz Gilberto Clovis Farias Matos esclarece que, desde abril de 2008, não há respaldo legal para a contratação da Tarifa de Emissão de Carnê (TEC) nem para a Tarifa de Abertura de Crédito (TAC). “Qualquer cobrança neste sentido viola os princípios norteadores do Código de Defesa do Consumidor, revestindo-se de abusividade. No entanto, não se revela prudente o deferimento, ab initio, sem a oitiva da parte contrária, da totalidade do pedido ministerial, no que se refere à proibição de cobrança de ‘quaisquer outros custos havidos para a cobrança dos respectivos produtos ou serviços que presta’”, afirma o magistrado, ressaltando o caráter liminar do julgamento.
Processo nº 0355848-37.2013.8.19.0001
Fonte: TJRJ - Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - 24/10/2013
Dilma promete para 2014 sistema que permitirá abrir empresas em até 5 dias.
A presidente Dilma Rousseff
afirmou nesta quinta-feira (24) que o governo vai simplificar os
processos de abertura e fechamento de empresas no Brasil através da
criação de um portal na internet, que possibilitará o registro ou
encerramento de firmas com prazo máximo de cinco dias em 95% dos casos.
Em entrevista a uma rádio de Minas Gerais, Dilma disse que o país vai evoluir de um "processo medieval" de criação e fechamento de empresas para um mundo digital.
"A desburocratização é um tema em relação ao qual nós temos de avançar. Nós precisamos, quero te dizer que nós vamos simplificar os procedimentos que as empresas precisam seguir no Brasil, tanto para ser abertas como para ser fechadas", afirmou a presidente.
Dilma reconheceu que atualmente o processo de abrir empresas no país é uma "via sacra", em que se faz necessário comparecer a vários balcões, apresentar inúmeros documentos e cumprir exigências redundantes, com elevado gasto de tempo e dinheiro.
EM 2014
A Secretaria da Micro e Pequena Empresa, criada pelo governo neste ano com a missão de reduzir a burocracia enfrentada pelo setor, está construindo e vai implantar no próximo ano a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) para agilizar os processos, segundo a presidente.
"Ferramentas tecnológicas, portais, aplicativos e softwares permitem que o país dê um salto", afirmou.
Dilma também citou a desoneração da folha de pagamento do varejo, de 20% para 1% sobre o faturamento, e o Super Simples como medidas adotadas pelo governo para ajudar o comércio.
PROCESSO
Em julho desse ano, Guilherme Afif Domingos que comanda a secretaria já havia adiantado à Folha o plano de colocar o portal em funcionamento em um ano.
O ministro explicou que o portal concentraria todo o processo de registro e legalização das empresas. Para que tudo isso ocorra, o governo federal terá que interligar os sistemas das juntas comerciais e da Receita Federal, além de municípios e órgãos estaduais de licenciamento de atividades, como bombeiros, vigilância sanitária e ambiente.

Fonte: Folha Online - 24/10/2013
Em entrevista a uma rádio de Minas Gerais, Dilma disse que o país vai evoluir de um "processo medieval" de criação e fechamento de empresas para um mundo digital.
"A desburocratização é um tema em relação ao qual nós temos de avançar. Nós precisamos, quero te dizer que nós vamos simplificar os procedimentos que as empresas precisam seguir no Brasil, tanto para ser abertas como para ser fechadas", afirmou a presidente.
Dilma reconheceu que atualmente o processo de abrir empresas no país é uma "via sacra", em que se faz necessário comparecer a vários balcões, apresentar inúmeros documentos e cumprir exigências redundantes, com elevado gasto de tempo e dinheiro.
EM 2014
A Secretaria da Micro e Pequena Empresa, criada pelo governo neste ano com a missão de reduzir a burocracia enfrentada pelo setor, está construindo e vai implantar no próximo ano a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) para agilizar os processos, segundo a presidente.
"Ferramentas tecnológicas, portais, aplicativos e softwares permitem que o país dê um salto", afirmou.
Dilma também citou a desoneração da folha de pagamento do varejo, de 20% para 1% sobre o faturamento, e o Super Simples como medidas adotadas pelo governo para ajudar o comércio.
PROCESSO
Em julho desse ano, Guilherme Afif Domingos que comanda a secretaria já havia adiantado à Folha o plano de colocar o portal em funcionamento em um ano.
O ministro explicou que o portal concentraria todo o processo de registro e legalização das empresas. Para que tudo isso ocorra, o governo federal terá que interligar os sistemas das juntas comerciais e da Receita Federal, além de municípios e órgãos estaduais de licenciamento de atividades, como bombeiros, vigilância sanitária e ambiente.

Fonte: Folha Online - 24/10/2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Conservando sua calçada e a quem solicitar autorização para obras no passeio.
Como conservar sua calçada e a quem solicitar alterações no chamado "passeio" evitando transtornos com a Fiscalização.
O Mobiliário Urbano
Qualquer equipamento do mobiliário urbano precisa de autorização da Prefeitura para ser colocado sobre as calçadas, mesmo as caixas dos Correios, os telefones públicos, ou os abrigos de ônibus. As placas de sinalização e outras peças do mobiliário urbano têm regulamentação específica. Nunca coloque vasos, caçambas, lixeiras, mesas de bar e quiosques, bancos, cadeiras, grades, placas ou cavaletes sem autorização!
São as condições para a instalação do mobiliário:
Obter autorização da O/COR ou do órgão responsável conforme o caso:
Vasos: Fundação Parques e Jardins;
Grades: Secretaria Municipal de Urbanismo e SubPrefeituras;
Mesas e Cadeiras: Secretaria Municipal de Fazenda;
Sinalização: CET-RIO.
Não obstruia o acesso a entradas e saídas de locais públicos ou privados!
Faça a sua parte, solicite autorização e siga as instruções da Prefeitura!
Dúvidas: consulte a Ouvidoria
Jardineiras e Frades
A construção de jardineiras e a colocação de frades só poderá ser executada com autorização da Fundação Parques e Jardins.
O plantio de árvores nas calçadas também deve ser feito somente com orientação da Fundação Parques e Jardins, pois requer cuidados especiais, quanto à espécie, local e espaçamento entre as mudas.
As árvores públicas trazem muitos benefícios à população, tais como, redução do calor e da poluição do ar.
ATENÇÃO: Efetuar remoção ou poda de árvores sem autorização é crime ambiental, sujeitando o infrator às penas de multa e prisão.
Acesso a Veículos
A Prefeitura autoriza o rebaixamento do meio-fio em frente à garagens residenciais e lojas, que necessitem de acesso para veículos.
O rebaixamento de meio-fio obedece à normas específicas e somente pode ser executado com autorização da Divisão de Conservação local.
ATENÇÃO: É proibida a construção de rampas nas sarjetas para acesso de veículos porque prejudicam o escoamento das águas de chuva para o sistema de drenagem!
Abaixo, segue relação dos principais tipos de pisos utilizados nas calçadas.
• Placas de Concreto
• Intertravados
• Rampas de Acesso
• Pisos Cimentado
• Pedra Portuguesa
• Placas Pétreas
• Ladrilhos Hidráulico
Fonte:rio.rj.gov.br
Fradinho para calçada em ferro fundido.
Instalação e manutenção de Frades (fradinho);
Frade em Ferro Fundido modelo padrão.
Fradinhos para calçada em ferro fundido.
Projeto,planta e Licenciamento junto a prefeitura.
Frades nos modelos conforme foto acima.
Peça já um orçamento
Telefones:(21)9775-8468
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Obras do Arco Metropolitano entram na reta final.
Com 78% do projeto executado, as intervenções têm foco, agora, na pavimentação
Aguardadas
há mais de 30 anos, as obras de construção do Arco Metropolitano, que
ligará os municípios de Itaboraí e Itaguaí, entraram na reta final. Com
78% do projeto executado, as intervenções têm foco, agora, na
pavimentação. Além disso, mais de 70% das 157 chamadas obras de arte –
74 viadutos e pontes, 80 passagens e três passarelas – já estão prontos.
Os serviços de terraplanagem e drenagem estão sendo finalizados, faltando apenas pequenos trechos em processo de desapropriação. Até o momento, foram feitas 1.694 desapropriações e empregados 3.421 trabalhadores e 686 máquinas e equipamentos nas intervenções.
Construído pela Secretaria estadual de Obras, o Arco Metropolitano é uma parceria com o governo federal, incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A obra está orçada em R$ 1,6 bilhão.
A construção da rodovia só foi possível graças a esta parceria do Estado com a União empreendida por nosso governo. O Arco é a obra estratégica mais importante do Estado do Rio das últimas décadas: vai influenciar positivamente toda a estrutura viária do país, facilitando o acesso das cargas ao Porto de Itaguaí, além de reduzir o tempo de movimentação de produtos pelo Estado do Rio - afirmou o vice-governador e coordenador de Infraestrutura do estado, Luiz Fernando Pezão.
Do total dos 145 quilômetros da rodovia, coube ao estado construir o chamado trecho virgem, de 70,9 quilômetros, que liga Duque de Caxias a Itaguaí, atravessando Nova Iguaçu, Japeri e Seropédica. O trecho vai da BR-040 (Rio-Juiz de Fora), em Caxias, ao acesso ao Porto de Itaguaí, na BR-101, cortando a BR-040, a BR-465 (Rio-São Paulo), a BR-116 (Via Dutra) e a BR-101 (Rio-Santos).
A obra irá estruturar toda a malha rodoviária da Região Metropolitana, através da conexão dos cinco grandes eixos rodoviários do país – Rio-Santos, Rio-São Paulo, Rio-Belo Horizonte-Brasília, Rio-Bahia e Rio-Vitória – com o Porto de Itaguaí – afirmou o secretário de Obras, Hudson Braga.
Além disso, segundo Braga, através daquelas ligações, o Arco Metropolitano vai permitir a circulação entre os municípios da Baixada Fluminense, a capital e o restante do estado, sem a necessidade de utilizar a Avenida Brasil, a Ponte Rio-Niterói e trechos da Niterói-Manilha, já com o tráfego saturado.
Levantamento prevê que os aportes de empresas na Região Metropolitana atinjam cerca de R$ 70 bilhões
A rodovia compreende outros três segmentos. O primeiro abrange um trecho da BR-493, que vai do entroncamento da BR-101 Norte, em Manilha, distrito de Itaboraí, ao entroncamento com a BR-116, em Santa Guilhermina, Magé. A duplicação deste trecho está a cargo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O segundo já existe e faz parte da BR-116, que vai do entroncamento com a BR-393, em Magé à BR-040, em Duque de Caxias. O outro segmento, o quarto, fica na BR-101 Sul (Rio-Santos), também de responsabilidade do governo federal.
Apesar de ainda em construção, o arco já é indutor de grandes investimentos e gerador de empregos. Levantamento da Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico prevê que os aportes de companhias em municípios e distritos da Região Metropolitana atinjam cerca de R$ 70 bilhões.
Apenas nos municípios de Queimados e Seropédica, situadas na principal zona que absorverá os impactos positivos do Arco, contarão com aportes financeiros corporativos de, respectivamente, R$ 420 milhões e R$ 2,2 bilhões. As empresas são gigantes em suas áreas de atuação, como Procter & Gamble (Seropédica), Petrobras (Itaguaí e Seropédica) e Deca (Queimados).
Fonte:Secretaria de Obras
Os serviços de terraplanagem e drenagem estão sendo finalizados, faltando apenas pequenos trechos em processo de desapropriação. Até o momento, foram feitas 1.694 desapropriações e empregados 3.421 trabalhadores e 686 máquinas e equipamentos nas intervenções.
Construído pela Secretaria estadual de Obras, o Arco Metropolitano é uma parceria com o governo federal, incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A obra está orçada em R$ 1,6 bilhão.
A construção da rodovia só foi possível graças a esta parceria do Estado com a União empreendida por nosso governo. O Arco é a obra estratégica mais importante do Estado do Rio das últimas décadas: vai influenciar positivamente toda a estrutura viária do país, facilitando o acesso das cargas ao Porto de Itaguaí, além de reduzir o tempo de movimentação de produtos pelo Estado do Rio - afirmou o vice-governador e coordenador de Infraestrutura do estado, Luiz Fernando Pezão.
Do total dos 145 quilômetros da rodovia, coube ao estado construir o chamado trecho virgem, de 70,9 quilômetros, que liga Duque de Caxias a Itaguaí, atravessando Nova Iguaçu, Japeri e Seropédica. O trecho vai da BR-040 (Rio-Juiz de Fora), em Caxias, ao acesso ao Porto de Itaguaí, na BR-101, cortando a BR-040, a BR-465 (Rio-São Paulo), a BR-116 (Via Dutra) e a BR-101 (Rio-Santos).
A obra irá estruturar toda a malha rodoviária da Região Metropolitana, através da conexão dos cinco grandes eixos rodoviários do país – Rio-Santos, Rio-São Paulo, Rio-Belo Horizonte-Brasília, Rio-Bahia e Rio-Vitória – com o Porto de Itaguaí – afirmou o secretário de Obras, Hudson Braga.
Além disso, segundo Braga, através daquelas ligações, o Arco Metropolitano vai permitir a circulação entre os municípios da Baixada Fluminense, a capital e o restante do estado, sem a necessidade de utilizar a Avenida Brasil, a Ponte Rio-Niterói e trechos da Niterói-Manilha, já com o tráfego saturado.
Levantamento prevê que os aportes de empresas na Região Metropolitana atinjam cerca de R$ 70 bilhões
A rodovia compreende outros três segmentos. O primeiro abrange um trecho da BR-493, que vai do entroncamento da BR-101 Norte, em Manilha, distrito de Itaboraí, ao entroncamento com a BR-116, em Santa Guilhermina, Magé. A duplicação deste trecho está a cargo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O segundo já existe e faz parte da BR-116, que vai do entroncamento com a BR-393, em Magé à BR-040, em Duque de Caxias. O outro segmento, o quarto, fica na BR-101 Sul (Rio-Santos), também de responsabilidade do governo federal.
Apesar de ainda em construção, o arco já é indutor de grandes investimentos e gerador de empregos. Levantamento da Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico prevê que os aportes de companhias em municípios e distritos da Região Metropolitana atinjam cerca de R$ 70 bilhões.
Apenas nos municípios de Queimados e Seropédica, situadas na principal zona que absorverá os impactos positivos do Arco, contarão com aportes financeiros corporativos de, respectivamente, R$ 420 milhões e R$ 2,2 bilhões. As empresas são gigantes em suas áreas de atuação, como Procter & Gamble (Seropédica), Petrobras (Itaguaí e Seropédica) e Deca (Queimados).
Fonte:Secretaria de Obras
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