segunda-feira, 2 de maio de 2016

Caso reajuste da tabela do IR se confirme, quem ganha até R$ 1.999,18 será isento em 2017.

A presidente Dilma Rousseff anunciou neste domingo a decisão de reajustar em 5% a tabela do imposto de renda de pessoa física (IRPF) a partir de 2017. Caso a decisão se mantenha, será isento quem ganhar até R$ 1.999,18. Hoje, o limite é R$ 1903,98. O reajuste, que representa menos da metade da inflação registrada no ano passado (de 10,67%), ainda precisa passar pelo Congresso.
Confira abaixo como deve ficar toda a tabela, a partir de simulação feita por ZH:
Foto: Reprodução ZH
O anúncio foi feito durante ato no centro de São Paulo, promovido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para marcar o Dia do Trabalho. Na tentativa de promover agenda positiva em meio ao processo de impeachment, a presidente também confirmou a decisão de reajustar o Bolsa Família em 9%. 
Dilma voltou a afirmar que não cometeu crimes, que é vítima de um golpe em curso e que não vai desistir de lutar pelo mandato.

domingo, 20 de março de 2016

Bloqueando desktop para "salvar" arquivos.

Para quem tem aquele usuário que enche o "desktop" de porcaria,travando a maquina,ocupando memória e dando aspecto de ambiente bagunçado segue uma dica que comigo funcionou:

Lembrando que você deve estar usando uma conta de administrador para fazer isto!

- Abra as propriedades da do diretório referente a área de trabalho (que por padrão deve esta localizado na sua pasta de usuário -> C:\Users\"nome do usuário"\Área de Trabalho".

- Em propriedade clique na aba `Segurança`, e depois clique em `Avançado`.
- Em seguida clique em `Alterar Permissões...`

- Selecione o nome `Usuários autenticados` da lista de entradas e clique em `Editar`;

Nessa nova tela, note que existem dois tipos de capos - do lado direito você permite uma entrada, e do outro você nega a entrada.
Não se preocupe com os caixas do lado esquerdo (Permitir) vamos alterar apenas as caixas do lado direito (Negar).


- Marque as seguintes permições para o campo `Negar`:

Criar arquivos/gravar dados > Negar
Criar pastas/acrescentar dados > Negar
Gravar Atributos > Negar
Excluir subpastas e arquivos > Negar
Excluir > Negar

Por fim confirme todas as alterações clicando en OK.






De imediato bloqueia e redireciona para a pasta documentos.

domingo, 6 de março de 2016

Construtoras são afastadas das obras no Rio de Janeiro.

A Prefeitura do Rio de Janeiro afastou na última segunda-feira (29) a construtora EIT Engenharia da obra do trecho do Bus Rapid Transit (BRT) Transoeste que liga a Linha 4 do Metrô ao Parque Olímpico, na Barra da Tijuca. Isso aconteceu depois de a empresa paralisar a construção por dez dias, por problemas financeiros.
Esse trecho do sistema de transporte passará pela Av. Ayrton Senna, na Estação Jardim Botânico, chagando na proximidade do Barra Shopping, onde já há o BRT em funcionamento. A obra teve início em maio de 2014 e foi orçada em R$ 115 milhões.
A EIT já havia sido notificada pela Secretaria Municipal de Obras (SMO) pelo menos duas vezes em fevereiro, e a obra foi embargada em 2014, devido a irregularidades trabalhistas.
A SMO informou que a empresa a assumir as obras será a Globo Construções, e que “a mudança da empresa não acarretará mudança no cronograma da obra, que já está 90% executada e cujo prazo de conclusão será ainda neste semestre”.
A obra é a terceira relacionada à Olimpíada que teve o de mudar de executora. A primeira foi oCentro Olímpico de Tênis, em janeiro, e a segunda o Centro Olímpico de Hipismo, em fevereiro.
Procurada pela reportagem da PINIweb, a EIT Engenharia ainda não se posicionou sobre a decisão da prefeitura.
Informações Piniweb

Cais do Valongo é decretado como Patrimônio da Humanidade.

Principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil e nas Américas, o Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, teve a candidatura aceita pelo Centro do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para ser reconhecido como Patrimônio da Humanidade.  O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Prefeitura do Rio receberam na última terça-feira, 1° de março, o comunicado da Unesco, por meio do Ministério das relações Exteriores, informando que o dossiê da candidatura foi aceito. A partir de agora, a Unesco analisará tecnicamente as informações e a candidatura será apreciada na reunião do conselho da Unesco, em julho de 2017.


Avenida Barão de Tefé em 2010, antes das obras do Porto Maravilha, e em 2016, com o Cais do Valongo em destaque
Elaborado pelo Iphan e pela Prefeitura do Rio de Janeiro, com o apoio de especialistas, o dossiê servirá como base para o trabalho de avaliação dos representantes dos órgãos consultivos da Unesco, que visitarão a Região Portuária e o Cais do Valongo nos próximos meses. O trabalho técnico prosseguirá com a participação da comunidade e do Comitê Consultivo da Candidatura, composto por várias instituições governamentais e da sociedade civil, especialmente as representativas da preservação e valorização da herança africana.
A possibilidade de inscrição do Cais do Valongo na lista do Patrimônio Mundial representará o reconhecimento do valor universal deste local, como memória da violência contra a humanidade representada pela escravidão. O reconhecimento do Cais do Valongo como Patrimônio Mundial será o reconhecimento da contribuição dos africanos na formação dos povos do continente americano.
Cais do Valongo, porta de entrada de africanos escravizados no Brasil
O Brasil recebeu mais de quatro milhões de escravos nos mais de três séculos de regime escravagista no país. Pelo Cais do Valongo, na Região Portuária do Rio de Janeiro, passaram mais de um milhão de africanos escravizados, o que tornou o local o maior porto receptor de escravos do mundo.
O dossiê - elaborado ao longo de um ano de trabalho foi coordenado pelo antropólogo Milton Guran -, resgata a história trágica e cruel do tráfico negreiro e analisa com detalhes a importância histórica e o simbolismo do sítio arqueológico para todos os brasileiros, em especial os afrodescendentes. 
Revelado em 2011 durante as obras do Porto Maravilha, que está revitalizando área de cinco milhões de metros quadrados na Região Portuária do Rio de Janeiro, o Cais do Valongo foi construído em 1811 pela Intendência Geral de Polícia da Corte do Rio de Janeiro. O objetivo era retirar da Rua Direita, atual Primeiro de Março, o desembarque e comércio de africanos escravizados.
Os escravos que desembarcavam no local partiam para as plantações de café, fumo e açúcar do interior do estado e para outras regiões do Brasil. Os escravos que ficavam no Rio de Janeiro, geralmente, eram os escravos domésticos ou os que eram usados como força de trabalho nas obras públicas.
Em 1831, o Cais do Valongo foi fechado após a proibição do tráfico transatlântico por pressão da Inglaterra. A norma foi solenemente ignorada e recebeu a denominação irônica de lei para inglês ver. Entre a construção do cais e a proibição do tráfico, ingressaram no país entre 500 mil e um milhão de escravos de diversas nações africanas. A cidade do Rio de Janeiro, em quase quatro séculos de escravidão, recebeu sozinha cerca de 20% de todos os africanos escravizados que chegaram vivos às Américas. Isso faz da cidade e do Cais do Valongo referências do que foi a maior transferência forçada de população na história da humanidade.
Ao longo dos anos, o Cais sofreu sucessivas transformações. Na primeira intervenção, em 1843, foi remodelado com requinte para receber a Princesa das Duas Sicílias, Teresa Cristina Maria de Bourbon, noiva do (então) futuro Imperador D. Pedro II, e passou a se chamar Cais da Imperatriz. Com a assinatura da Lei Eusébio de Queirós, em 1850, pôs-se fim verdadeiramente ao tráfico para o Brasil, embora a última remessa conhecida date de 1872 e a escravidão tenha persistido até a Abolição, em 1888.
Em 1911, com as reformas urbanísticas da cidade, o Cais da Imperatriz foi aterrado. No entanto, durante as obras do Porto Maravilha, com as escavações realizadas no local em 2011, foram encontrados milhares de objetos como parte de calçados, botões feitos com ossos, colares, amuletos, anéis e pulseiras em piaçava de extrema delicadeza, jogos de búzios e outras peças usadas em rituais religiosos.
Em 2012, a prefeitura do Rio de janeiro acatou a sugestão do Movimento em Defesa do Direito do Negro e, em julho do mesmo ano, transformou o espaço em monumento preservado e aberto à visitação pública. O Cais do Valongo passou a integrar o Circuito Histórico e Arqueológico da Celebração da Herança Africana, que estabelece marcos da cultura afro-brasileira na Região Portuária, ao lado do Jardim Suspenso do Valongo, Largo do Depósito, Pedra do Sal, Centro Cultural José Bonifácio e Cemitério dos Pretos Novos.

Em 20 de novembro de 2013, Dia da Consciência Negra, o Cais do Valongo foi alçado a patrimônio cultural da cidade do Rio de Janeiro, por meio do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH). Representantes da Unesco também consideraram o sítio arqueológico como parte da Rota dos Escravos, sendo o primeiro lugar no mundo reconhecido pela Unesco. O evento reforçou ainda mais a intenção da cidade de lançar a candidatura do Cais do Valongo a Patrimônio da Humanidade.

Fotos: Divulgação Cdurp e Vitor Hugo Cruz do site Porto Maravilha.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Calor no Rio de Janeiro diminui e seu aniversário pode ser com temperatura amena.

Por volta das 14 horas do sábado, 27 de fevereiro, o aeroporto de Macaé, no litoral norte do Rio de Janeiro registrou 42°C. No mesmo horário, a temperatura chegou aos 39,4°C na região da Marambaia, no extremo oeste da cidade do Rio de Janeiro, pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia. Muitos outros locais da cidade do Rio e do estado do Rio de Janeiro sentiam o calor de 35°C a 38°C. Na região serrana, a temperatura beirava os 30°.
Muitos cariocas e fluminenses não aguentam mais tanto calor e imploram por uma trégua das altíssimas temperaturas. Os temporais dos últimos dias refrescaram o ar só durante a chuva.
O alívio para o calorão virá, mas junto com mais temporais.



Frentes frias à vista
Serão preciso duas frentes frias para baixar a temperatura no estado do Rio de Janeiro. A primeira já começa a ter alguma influência neste domingo, mas principalmente no aumento da chuva. A população do estado do Rio de Janeiro deve ficar atenta para temporais neste domingo e também na segunda e na terça-feira, 1 de março, quando a cidade do Rio faz aniversário. O ar muito quente que está sobre toda a Região Sudeste vai colaborar para formar as nuvens de temporal.
As áreas de instabilidade se intensificam a partir da segunda-feira espalhando muita nebulosidade e chuva por todo o estado. Há risco de chuva forte e volumosa no Grande Rio, e nas outras regiões fluminenses, com potencial para alagamentos.
A segunda frente fria avança pelo litoral fluminense durante a próxima quarta-feira. A chuva, a nebulosidade e os ventos frescos das duas frentes frias vão manter o estado do Rio de Janeiro com muitas nuvens e condições para chuva durante toda a próxima semana, além de livrar cariocas e fluminenses do calorão por alguns dias.

Aniversário com chuva
A cidade do Rio de Janeiro completa 451 anos no dia 1 de março e deve comemorar debaixo de chuva. Há risco de chuva forte e volumosa que poderá causar problemas na cidade.
Diante de tanto calor, o melhor presente de São Pedro para o Rio de Janeiro será um dia com temperatura amena.





Governo injeta recursos do FGTS para investimentos em habitação.

Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press

Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press Conselho do fundo eleva em R$ 21,7 bilhões orçamento para o setor (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)


Brasília – Em linha com a determinação da presidente Dilma Rousseff de ampliar o crédito para estimular a economia, o conselho do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) decidiu ontem aumentar em R$ 21,7 bilhões o orçamento de investimentos para este ano. A medida, que tem validade imediata, injeta recursos para investimentos em habitação. O valor do incremento é muito próximo aos R$ 20 bilhões pagos pelo Tesouro Nacional ao FGTS em dezembro para quitar as chamadas “pedaladas fiscais”.

Com a medida, aprovada por unanimidade pelo conselho curador do FGTS – composto por representantes do setor público, trabalhadores e empregadores –, o governo espera que esses recursos atinjam cerca de 140 mil famílias. O orçamento total do fundo em 2016 passa de R$ 83,6 bilhões para R$ 104,7 bilhões. Do montante adicionado, R$ 11,7 bilhões serão destinados a investimentos tradicionais de habitação, principalmente ao Pró-cotista (R$ 8,2 bilhões). A modalidade, voltada para pessoas com conta no FGTS, tem taxa de juros de 8,66% ao ano, mais TR.

Os outros R$ 10 bilhões serão referentes à emissão de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs). Nessa modalidade, os bancos emitem títulos que serão captados pelo fundo, injetando nas instituições recursos que serão direcionados ao setor imobiliário. O FGTS contrata esses papéis a uma taxa de 7,5% ao ano, mas os juros que chegam ao consumidor são definidos pelas instituições financeiras. Nos dois casos, os financiamentos têm limite de até R$ 750 mil reais por imóvel, com diferentes subfaixas que contemplam habitações de valor popular (até R$ 225 mil) e intermediário (até R$ 500 mil).

“É uma contribuição importante na oferta de habitação, na geração de trabalho e emprego e na dinamização da economia”, afirmou o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto. Segundo ele, a ampliação do orçamento preserva a solidez do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

Pedaladas De acordo com o secretário-executivo do conselho curador do FGTS, Quênio Cerqueira, o pagamento integral das pedaladas feito em dezembro contribuiu para a liquidez do fundo, mas não pode ser creditado como o motivador da decisão de ontem. Ele argumentou que o valor já estava nas contas do conselho, mas com a expectativa de que seria quitado de forma parcelada, e não imediatamente, como foi feito.

Segundo o secretário, a decisão foi tomada porque se percebeu que as condições de caixa do fundo melhoraram desde que foi proposto o Orçamento, em outubro do ano passado. Também foi feita a avaliação de que era preciso irrigar o mercado de crédito, que vem apresentando recuo, com mais saques que depósitos na poupança. “Conjugou o momento favorável com essa demanda do sistema financeiro”, explicou.

Fonte:EM Notícias

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal

Feliz Natal a todos nossos clientes,colaboradores,parceiros de negócios,amigos,familiares e todos que gostam de Facebook e Zap Zap.




quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Pisos drenantes ecologicamente corretos reduzem o calor e absorvem água para o solo.

Pisos para áreas externas que evitam enchentes

Pisos drenantes: ecológicamente corretos

pisos para piscinas

pisos para piscinas
Piso drenante, atérmico da Hardscape

Ideais para áreas externas, principalmente beiras de piscinas, calçadas e outros espaços que ficam constantemente sujeitos a serem molhados, os revestimentos drenantes são uma solução tecnológica e sustentável para evitar acidentes e deixar os projetos esteticamente belos.

Além de deixar o ambiente mais bonito e confortável, esses revestimentos têm a função sustentável de ajudar e escoar a água para o solo.

Eles são indicados para projetos que exijam área externa com permeabilidade, podendo ser utilizado para garagens, composição de jardins, parques e até calçadas públicas.

É uma solução ecológica, pois a água escoa entre o revestimento que é poroso de forma natural, mantendo o piso seco e sem poças

É o que explica a arquiteta Barbara Oriani, ela também argumenta que esses modelos são a melhor opção para aproveitamento de áreas que necessitem de permeabilidade.

Pisos que deixam a água retornar ao solo

Os pisos drenantes absorvem a água e reduzem o risco de enchentes, pois escoam quase completamente a água (alguns modelos ultrapassam os 95% de drenagem) com muita rapidez, impedindo o acumulo do liquido.

Por não deixar poças – e também por sua qualidade antiderrapante – também aumenta a segurança das calçadas ou dos em tornos de piscinas, pois evita acidentes como quedas e escorregões.
Para os passeios públicos, a arquiteta orienta “Uma porcentagem efetiva de drenagem ideal para calçadas é de permeabilidade de 95%, reduzindo muito o empoçamento de água e enchentes”.

pisos permeáveis
A arquiteta Ana Ono usou o revestimento da Castelatto Ekko, castanho, para compor esse ambiente.
É, também, uma opção sustentável, pois, assim como em ambientes naturais, como jardins ou praias, a água é devolvida ao solo, ou seja, aos lençóis freáticos.

“Esses revestimentos possuem capacidade de vazão de água que varia de 82 a quase 100%, permitindo a drenagem das águas pluvias para o subsolo”, completos Barbara.

Por suas características sustentáveis e de proteção urbanística, esses pisos são indicados, inclusive, pelos órgãos públicos para a construção de áreas externas, já que se enquadram nas leis de áreas de permeabilidade impostas.

Com isso, conciliam-se as exigências de permeabilidade dos terrenos mantendo sua área útil.

Pisos intertravados ou drenantes ?

pisos intertravados

Eles podem ser do tipo intertravados, pisograma ou drenantes, feitos com diferentes tipos de materiais, tais como resinas, pedras ou cimetícios.
Todos eles têm a mesma função permeável, o que varia é a porcentagem de drenagem dos mesmos.

Pisos intertravados

Os pisos intertravados e os drenantes tem a mesma função.A diferença é: os intertravados são de concreto pré – fabricado, tem grande resistência ao trafego pesado, substituindo os antigos paralelepípedos.

Já a permeabilidade dos drenantes é melhor, pois, o material é poroso para a devida absorção.
No entanto, os intertravados podem ser projetados para esta finalidade, formando espaços entre os blocos e colocados até junto com grama, dando a mesma função e beleza dos pisos drenantes.

Fonte:Fazfácil

sábado, 19 de setembro de 2015

Toner conheça sobre esse item importante em sua impressora.

VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE REMANUFATURA E RECARGA DE CARTUCHOS DE TONER?


Para quem trabalha com impressão, nada mais importante que entender essa diferença e decidir-se pela melhor opção: cartuchos reciclados ou cartuchos remanufaturados.
A Remanufatura é um processo desenvolvido por profissionais qualificados, que se inicia com a abertura do toner e a sua completa desmontagem para a limpeza dos resíduos do pó antigo. Os contatos e seu interior são limpos e as peças fundamentais são substituídas. Só então é adicionado o novo pó específico e o toner é novamente montado e testado. O teste de impressão final é imprescindível para se ter plena certeza da sua condição aprovada para que o cartucho seja vendido. O cartucho remanufaturado irá propiciar que a qualidade de impressão seja até duas vezes maior que na recarga.
A Recarga é um procedimento no qual o seu toner não sofre nenhum tipo de manutenção. Consiste apenas em recarregar o toner com nova quantidade de pó. Portanto, o novo pó é misturado com o que restou do antigo pó. Em consequência disso, o toner imprimirá menos páginas, a qualidade de impressão ficará comprometida e as peças da impressora terão um maior desgaste.

Remanufatura e Recarga têm a ver com Reciclagem?
A remanufatura é um conjunto de procedimentos para tornar reutilizável um cartucho de impressão cujo conteúdo de toner esgotou-se. Apesar de ser usado como sinônimo de recarga ou reciclagem, para os profissionais desta área, a remanufatura tem um objetivo e um significado muito diferente.
A recarga é uma operação de simples preenchimento do conteúdo de pó no cartucho, e deve ser entendida como procedimento contraindicado.
Observação: A Recarga é apenas um dos itens do processo de Remanufatura ou Reciclagem* de um cartucho de toner.
     *O termo reciclagem é usualmente empregado para dar ênfase ao aspecto ecológico e de responsabilidade social.

Quantas Remanufaturas sucessivas podem ser feitas?
Existem diversas publicações nas quais podem ser encontradas as tabelas de remanufaturas sucessivas. Não dá para fazer uma previsão exata de quantas vezes um cartucho poderá ser remanufaturado e continuar imprimindo com a mesma qualidade. Não se sabe quando esse cartucho foi produzido originalmente, como ele foi estocado, quantas páginas foram por ele impressas e qual o estado da impressora em que ele foi utilizado ao longo do tempo.
Dessa forma, podemos afirmar que, a opção pelo remanufaturado, quando manuseado por uma empresa experiente e confiável, que realiza a correta substituição de peças e a aplicação do teste de impressão final, permitirá que a vida de um cartucho de toner seja muito longa, suportando inúmeras remanufaturas.

Fonte:ocprinter

Honda comunica recall do HR-V.



A Honda Automóveis convocou hoje os proprietários dos veículos modelo HR-V, ano/modelo 2016, fabricados entre 10/3 a 11/9/2015, com numeração de chassis de 0002 até 3899, a comparecerem em uma concessionária da marca para confirmação do aperto dos parafusos dos cubos das rodas traseiras e, caso necessário, substituição de eventuais componentes danificados.
No comunicado, a empresa informa ter constatado a possibilidade de aperto insuficiente de alguns dos parafusos dos cubos das rodas traseiras. Nestas condições, pode ocorrer o desprendimento destes parafusos, emitindo ruído anormal nessa região e, em situação extrema, o cubo poderá soltar-se da sua fixação, possibilitando a perda de controle do veículo com risco de acidente. Este defeito pode causar danos materiais e lesões graves ou até mesmo fatiais aos ocupantes e/ou terceiros.
Para agendamento e mais informações, a Honda disponibiliza o telefone 0800 701 3432, das 8h às 20h, de segunda a sexta-feira e o site www.honda.com.br/recall/autos.
O Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da defesa da Cidadania do Governo do Estado de São Paulo, orienta os consumidores sobre seus direitos. A empresa deverá apresentar os esclarecimentos que se fizerem necessários, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor, inclusive com informações claras e precisas sobre os riscos para o consumidor.

Fonte:correio do Estado