terça-feira, 2 de abril de 2013

Governo zera IOF de financiamentos para obras.


Editora Globo
O governo federal zerou hoje a alíquota do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) sobre operações de crédito realizadas por instituição financeira, com recursos públicos ou privados, para financiamento de operações, contratadas a partir de 2 de abril de 2013, destinadas a uma série de ações, inclusive o financiamento de projetos de infraestrutura logística direcionados a obras de rodovias e ferrovias objeto de concessão pelo governo federal. O Decreto nº 7.975 inclui um novo inciso no artigo 8º do Decreto nº 6.306, que dispõe sobre o IOF. Com a inclusão, fica zerada a alíquota do imposto em operação de crédito "realizada por instituição financeira, com recursos públicos ou privados, para financiamento de operações, contratadas a partir de 2 de abril de 2013, destinadas a aquisição, produção e arrendamento mercantil de bens de capital, incluídos componentes e serviços tecnológicos relacionados, e o capital de giro associado, a produção de bens de consumo para exportação, ao setor de energia elétrica, a estruturas para exportação de granéis líquidos, a projetos de engenharia, à inovação tecnológica, e a projetos de investimento destinados à constituição de capacidade tecnológica e produtiva em setores de alta intensidade de conhecimento e engenharia e projetos de infraestrutura logística direcionados a obras de rodovias e ferrovias objeto de concessão pelo Governo federal, a que se refere o art. 1º da Lei nº 12.096, de 24 de novembro de 2009, e de acordo com os critérios fixados pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil." 
Fonte:pegn

quinta-feira, 28 de março de 2013

AquariusRio testa pagamentos ultilizando plataforma PAGseguro da Uol.

Os serviços prestados por AQUARIUSRIO poderão ser pagos com cartão de crédito via pagseguro da Uol.

 



Veja mais em: http://aquariusrioti.blogspot.com.br/2013/03/rastreador-para-motos-st240-e-veiculos.html

Tampões de Telecom para calçada

Tampões de ferro fundido para Telecom e elétrica,diversas medidas seguindo as normas NBR 1060.











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quinta-feira, 21 de março de 2013

Lucro da Cyrela recua 11,6% no 4o tri, a R$160 mi.


A Cyrela Brazil Realty teve lucro líquido de 160 milhões de reais no quarto trimestre, queda de 11,6 por cento na comparação anual, informou a companhia nesta quinta-feira.
A média de cinco analistas obtidas pela Reuters apontava para lucro de 176,5 milhões de reais.
O valor não considera os efeitos do Regime Especial de Tributação (RET) destinado ao setor de construção civil e anunciado pelo governo em dezembro. Considerando esse ajuste, o lucro foi de 249 milhões de reais.
No período, a receita líquida caiu 27,6 por cento, a 1,44 bilhão de reais.
No final de janeiro, a Cyrela já havia divulgado que as vendas no quarto trimestre atingiram 1,7 bilhão de reais, quase 30 por cento menores na comparação anual.
Os lançamentos foram de 2,1 bilhão de reais no quarto trimestre, recuo ante os 3,3 bilhões de reais lançados um ano antes.
Já o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu 15,2 por cento no trimestre, para 309 milhões de reais. A Margem Ebitda subiu para 21,5 por cento, ante 13,5 por cento no mesmo período de 2011.
A margem bruta maior --de 32,8 por cento ante 29,1 por cento nos últimos três meses de 2011-- e o menor gasto com despesas possibilitaram esta evolução, segundo a Cyrela. As despesas gerais e administrativas caíram 26,5 por cento ano a ano, a 83 milhões de reais, enquanto as despesas comerciais caíram 1 por cento, a 133 milhões de reais.
"Nossa expectativa para 2013 é de manutenção do valor nominal das despesas gerais e administrativas da companhia, absorvendo os impactos de dissídio e inflação", disse a Cyrela.
Para 2013, a empresa espera que o indicador de Vendas sobre Oferta (VSO) fique em torno de 50 por cento, refletindo um maior volume de lançamentos e a entrega de empreendimentos menos impactados por atrasos de obras. O VSO em 12 meses encerrado em dezembro foi de 50 por cento e de 21 por cento para o trimestre.
A empresa também estima margem bruta entre 31 e 35 por cento em 2013, depois de ter encerrado o ano em 30,9 por cento.
Em bases anuais, o lucro líquido da Cyrela cresceu 14,7 por cento, para 571 milhões de reais, enquanto a receita líquida caiu 5,5 por cento, a 5,8 bilhões de reais. Já o Ebitda aumentou 14,5 por cento, para 997 milhões de reais, com margem de 17,2 por cento.
Com os efeitos do RET, o lucro totaliza 660 milhões de reais no fechado do ano.
A companhia também propôs o pagamento de 50 milhões de reais em dividendos extraordinários.
(Por Juliana Schincariol)

Prédios para desabrigados de Niterói, no Rio, serão reconstruídos.


A Caixa Econômica Federal deve divulgar, em até 30 dias, um relatório com as falhas que comprometem a estrutura de dois prédios de um conjunto habitacional em Niterói, no grande Rio. Construído por meio do Programa Minha Casa, Minha vida, as unidades habitacionais, orçadas em R$ 22 milhões, seriam destinadas a desabrigados pela tragédia do Morro do Bumba. No entanto, correndo risco de desabar, dois dos nove prédios serão demolidos e reconstruídos.
O diretor executivo de Habitação da Caixa, Teotonio Rezende, explicou que o documento está sendo elaborado por engenheiros do banco, da construtora Imperial Serviços e da seguradora do empreendimento. A suspeita é que o excesso de chuva no início da semana tenha afetado o solo, embora esta tese seja questionada por especialistas do Conselho Regional de Engenharia (Crea).
"Até o início das chuvas não havia nenhuma falha técnica aparente, mas não estou afirmando que a única causa [do abalo na estrutura] foi a chuva. Essa conclusão constará do laudo", disse Rezende. Segundo ele, foram adotadas todos as regras para esse tipo de construção, como o aterramento do terreno. "A área foi preparada para ficar fora do foco de enchentes", reforçou.
As conclusões do relatório também vão indicar se é da construtora ou da seguradora, a responsabilidade pela demolição e reconstrução dos prédios. Os custos e o cronograma da obra também serão estimados. "Se ficar comprovado que a causa foi externa, ou seja, as chuvas, a seguradora arcará com todos os custos de reconstrução. Já se ficar comprovada falha técnica, a responsabilidade do ônus é da construtora", acrescentou o diretor.
Para o Crea, no entanto, que também vai averiguar se houve negligência na obra por meio de uma sindicância, faltaram estudos sobre o solo. Estas análises deveriam indicar as técnicas apropriadas para fazer a fundação dos imóveis. "Os estudos hidrológicos, geotécnicos, geológicos e topográficos não foram levados em conta", explicou o engenheiro de grandes estruturas e conselheiro do Crea, Antonio Eulalio. Procurados, nenhum representante da construtora foi localizado.
"Baseados nesses documentos, a solução da fundação não deveria ser aquela adotada porque ali é caminho das águas, que acarretaram a erosão por baixo dos prédios e descalçou as fundações, que são rasas, causando um colapso da estrutura dos imóveis", explicou Eulalio. Segundo ele, as empreiteiras têm o costume de abrir mão desses estudos para economizar na obra.
"Os custos dos projetos técnicos prévios equivalem, em média, a 3% da obra e pode significar até 40%, se for bem [conduzido]. Mas o empresário, às vezes, não tem noção, acha que aquilo é desnecessário e corta onde acha que pode cortar. Acaba acontecendo isso", declarou. "A Caixa, por sua vez, acompanha o cronograma físico e financeiro sem conhecer os detalhes do projeto", criticou.
Em uma investigação paralela, a Comissão de Análises e Prevenção de Acidentes do Crea convocou para depor os engenheiros que acompanham a execução da obra pela Caixa Econômica, dona dos prédios, e pela Construtora Imperial. A previsão é que eles sejam ouvidos no início de abril. 
Fonte:Folha

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Falta de água atinge o Rio e Alerj encerra expediente mais cedo.



Problemas em equipamentos de distribuições da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos) prejudica o abastecimento de água no Rio e na Baixada Fluminense nesta segunda-feira. Com isso, até o expediente da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado) foi encerrado mais cedo.
De acordo com funcionários da Alerj, faltava água em toda a Casa e a partir das 15 horas os funcionários foram dispensados. Amanhã, no entanto, a previsão é de um dia normal de trabalho. A expectativa da Cedae, porém, é que a distribuição seja normalizada apenas na quarta-feira (27).
Segundo a Cedae, vários bairros estão sendo afetados e os moradores da região metropolitana do Rio devem economizar água nas próximas 72 horas. Ela destaca ainda que o problema foi provocado por interrupções de energia que provocaram danos nos equipamentos que fazem a distribuição de água.
O problema de energia teria ocorrido no último fim de semana e atingido a ETA (Estação de Tratamento de Água) do Guandu, responsável pelo abastecimento de toda a cidade do Rio e 85% da Baixada Fluminense. A Folha tentou contato com a Light (concessionária de energia elétrica) na noite de hoje mas não conseguiu.
O presidente da Cedae, Wagner Victer, afirmou que a direção da companhia levará o problema à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para que tome as ações cabíveis.
"Em dezembro de 2012 a Cedae também sofreu diversas vezes com interrupções no fornecimento de energia e, na ocasião, levamos o assunto à direção da Light, questionando as razões da sequência de interrupções. Agora, como o assunto é recorrente, a direção da Cedae voltará a encaminhar o assunto à Aneel", disse ele. 
Fonte:Estadão

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Busca das empresas por crédito sobe 19,3% em janeiro, diz Serasa.

Essa foi a 2ª maior alta para um mês de janeiro desde 2006.
Setor industrial apresentou o maior crescimento, de 21,4%.

 








A quantidade de empresas que procuraram crédito avançou 19,3% em janeiro, na comparação com dezembro de 2012, segundo aponta o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito, divulgado nesta quarta-feira (20). Essa foi a segunda maior alta para um mês de janeiro desde o início da medição (ano de 2006), perdendo apenas para o crescimento de 28,4% registrado em janeiro de 2007.
O setor industrial apresentou o maior crescimento, de 21,4%, de procura por crédito. Os outros setores também mostram altas: de 19,3% nas empresas comerciais e de 19,0% nas empresas de serviços.
"O fato de o varejo não ter virado o ano com acúmulo de estoques indesejados pode ter acelerado o processo de reposição junto à indústria, intensificando a busca por capital de giro neste segmento". disse a Serasa, em nota.
Por região
O maior avanço da procura por crédito partiu da região Sudeste, com alta de 20,4% sobre dezembro, seguida pela região Centro-Oeste, 19,2%. As regiões Norte e Sul apresentaram crescimentos de 18,7% e de 18,3%, respectivamente. A menor expansão ocorreu na região Nordeste, com alta de 17,5% em janeiro.

Na avaliação dos economistas da Serasa, o crescimento significativo da demanda das empresas por crédito neste início de ano é sinal de que a atividade econômica está em processo de recuperação de dinamismo.
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Caixa planeja captar USS 2 bilhões para ampliar crédito.

Do Estadão Conteúdo 
 
 Shutterstock

A Caixa Econômica Federal pretende captar um mínimo de US$ 2 bilhões no primeiro semestre para financiar a expansão do crédito prevista para este ano, especialmente em infraestrutura, disse o vice-presidente de Finanças e Mercado de Capitais do banco, Márcio Percival.

O executivo disse que o banco conseguirá captar ao mesmo custo, para os dois vencimentos, da operação feita no ano passado, quando colocou US$ 1,5 bilhão em duas tranches (divisão de pagamentos) de cinco e dez anos. Percival informou ainda uma das tranches será em dívida subordinada.
Segundo Percival, a Caixa quer trabalhar junto com o governo no financiamento da infraestrutura e "pretende atuar nas concessões de ferrovias e rodovias", sem detalhar. "Pretendemos ter um papel estratégico, não só nas concessões; temos participado de project finances, por meio de fundos de investimento, por meio de debêntures de infraestrutura e linhas diretas de empréstimo", disse o executivo. Percival informou que atualmente a carteira de crédito para infraestrutura já representa 10% da carteira total de crédito do banco, de R$ 353,7 bilhões.
Durante a apresentação do resultado do banco em 2012, o presidente da Caixa, Jorge Hereda, destacou que os segmentos de infraestrutura e de habitação serão o foco este ano. "Queremos ser um diferencial para o governo nas áreas públicas, apoiando programas como PAC, Minha Casa Minha Vida e na área de infraestrutura", afirmou Hereda.

MP investiga caso de trabalho escravo envolvendo Lojas Americanas.

 http://economia.estadao.com.br/EN/img/novoTopo/logoEN.png

SÃO PAULO - O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) informaram nesta terça-feira, 19, que vão apurar a responsabilidade das Lojas Americanas no caso de cinco bolivianos flagrados em condições análogas às de escravos em uma oficina de costura em Americana (SP). De acordo com fiscais do MTE e procuradores do MPT, os trabalhadores costuravam peças de vestuário infantil diretamente para a empresa HippyChick Moda Infantil Ltda., também de Americana. A única cliente da empresa seria a rede varejista Lojas Americanas, segundo o MPT. 
Em nota, o MPT afirma que as roupas eram postas à venda nas Lojas Americanas, com a etiqueta "Basic+ Kids". A rede varejista possui o registro da marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) desde fevereiro de 2006, conforme consta do site da entidade na internet. A fiscalização do trabalho encontrou na oficina "peças piloto" (modelo do vestuário que é reproduzido pelos costureiros) e etiquetas da marca.
Procurada, a Lojas Americanas informou, por meio de nota à imprensa, que repudia qualquer tipo de trabalho realizado em condições degradantes, e que desconhecia o que foi verificado pelo Ministério Público do Trabalho. "A Lojas Americanas informa ainda que cancelou as atuais relações comerciais com o fornecedor Hippychick", diz a nota.
Denúncia
A oficina foi denunciada ao Ministério do Trabalho e Emprego pela Polícia Federal, que um ano antes havia realizado diligência no local para verificar a situação dos vistos de permanência dos bolivianos. Ela foi montada de forma clandestina nos fundos do quintal de uma área residencial, na periferia da cidade. O dono, originário da Bolívia, mantinha parentes trabalhando em um barracão improvisado, com condições consideradas insalubres. A pequena fábrica têxtil recebia R$ 2,80 por cada peça produzida para a HippyChick.
No momento da fiscalização, que aconteceu no dia 22 de janeiro, nenhum trabalhador possuía registro em carteira de trabalho. Há indícios de aliciamento de mão de obra, fato que ainda está sob investigação. Segundo o MPT, os estrangeiros foram resgatados e receberam direito ao seguro-desemprego.
Nos dias 7 e 14 de fevereiro foram expedidas as carteiras de trabalho dos bolivianos e efetuadas as rescisões indiretas de contrato (com justa causa do empregador), com o pagamento de verbas salariais (proporcional de 13º, férias etc), FGTS e multa, e da indenização prevista no TAC, tudo por conta da HippyChick.
A HippyChick recebeu 23 multas do Ministério do Trabalho pelas irregularidades apontadas, dentre elas, reduzir trabalhadores a condições análogas às de escravo, terceirização ilegal, falta de segurança e saúde do trabalho etc.
De acordo com comunicado do MPT, os envolvidos podem ser multados, processados na Justiça do Trabalho e até responder por crime de redução de trabalhadores a condições análogas às de escravo, que prevê de 2 a 8 anos de reclusão.
As empresas que se utilizam de mão de obra escrava têm seu nome incluído na lista de trabalho escravo, mantida pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que prevê a suspensão de financiamento e acesso ao crédito por instituições federais, como Caixa, BNDES e Banco do Brasil, além de serem submetidas a restrições comerciais com empresas signatárias do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.
Fonte:Estadão.