Apesar da crise orçamentária, União anuncia chances com salários iniciais de até R$ 12 mil
Rio - Em meio a um ano de ajuste fiscal, os concurseiros têm motivos para comemorar. O Orçamento deste ano, sancionado pela presidenta Dilma Rousseff e publicado quarta-feira no Diário Oficial da União, traz a autorização para abertura de 26.811 vagas em concursos públicos a nível federal. Os salários iniciais chegam a até R$ 12 mil. Vale lembrar que o projeto de lei da Terceirização, aprovado na Câmara e que irá ao Senado, não atinge as áreas autorizadas, por se tratar de carreiras de estado. A lei impacta, principalmente, empresas públicas, como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Petrobras.
De acordo com a tabela publicada pelo governo, são 22.463 vagas para o Executivo Federal e mais 1.399 para substituição de terceirizados nesse setor. Já para o Legislativo são 258 vagas para a Câmara dos Deputados, 100 para o Senado e 60 para o Tribunal de Contas da União (TCU).
No Judiciário são 139 vagas para a Defensoria Pública da União, 90 no Ministério Público, 18 no Conselho Nacional do Ministério Público, 130 no Superior Tribunal de Justiça e 366 na Justiça Federal. Também foram autorizadas vagas na Justiça Militar da União (10), na Justiça Eleitoral (231), na Justiça do Trabalho (1.236) e na Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (311).
Diretor pedagógico da Academia do Concurso, Paulo Estrella afirma que o número de vagas é bastante aceitável em um ano de cortes no orçamento, mas a demora na autorização pode criar problemas para quem quer ingressar na carreira pública. “Ficou muito perto do segundo semestre, o que vai gerar uma concentração de processos seletivos no fim do ano. Os candidatos terão pouco tempo para estudar entre um concurso e outro”, explica o especialista.
Para Rodrigo Mesquita, professor do Universo do Concurso, o ideal é começar a estudar o quanto antes. “Com a autorização, daqui a pouco começam a ser publicadas as portarias específicas para os concursos. Depois disso, são seis meses para que o edital seja publicado. Então é importante iniciar os estudos”, avalia.
Estudante de Direito, Técia Soares, 23 anos, já começou a se preparar. Ela pretende fazer prova para o Tribunal de Justiça, o Ministério do Trabalho e o Banco do Brasil. “Tem muita concorrência, mesmo com essa quantidade de vagas”, diz.
A estudante de Belas Artes Gabriela Florentino, 19 anos, comemorou o número autorizado pelo Planejamento, mas ainda tem receio com relação à distribuição das vagas: “Tem que ver quais áreas serão beneficiadas, porque de repente as pessoas estão estudando para um concurso, mas acaba que é aberta seleção para área que elas não esperavam”.
Área de segurança em destaque
Rodrigo Mesquita, do Universo do Concurso, acredita que sejam criadas oportunidades principalmente nas áreas fiscais e de Segurança Pública. Já Paulo Estrella, da Academia do Concurso, aposta nas áreas de Saúde e Educação. “Também são esperadas oportunidades para a Polícia Federal, Ministério da Fazenda e Receita”, avalia.
De acordo com Estrella, os candidatos devem começar a estudar as matérias básicas, como direitos Constitucional e Administrativo, além de Língua Portuguesa e Informática, que são comuns a todos os processos seletivos. “A partir daí, o estudante aponta para as específicas”, aconselha.
Mesquita acrescenta ainda que para a área fiscal é importante se dedicar ao estudo de Direito Tributário, assim como Contabilidade, Estatística e Matemática Financeira.
Mercado de trabalho volta a crescer
O mercado de trabalho apresentou ligeira melhora em março, após três meses de queda. Dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados ontem apontaram para crescimento de 0,05% (19.282) no número de empregos com carteira assinada criados em relação a fevereiro. O resultado é superior ao registrado em março de 2014, quando foram gerados 13.117 postos de trabalho.
Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, é esperado que em abril essa trajetória continue e o mercado siga na tendência de crescimento, revertendo o quadro negativo dos dois primeiros meses do ano. “A expectativa é de um abril ainda melhor que março”, disse.
Dos oito setores da economia, quatro registraram crescimento, com destaque para o setor de Serviços (0,31%), Administração Pública (0,33%) e Comércio (0,03%). A Construção Civil teve queda de 0,6% e Indústria de Transformação caiu 0,18%.
EM ALTA
SERVIÇOS
Neste segmento foi percebido crescimento nos postos em serviços médicos e odontológicos (0,48%), nos setores de Ensino (1,11%), Comércio e Administração de Imóveis (0,31%), Transportes e Comunicações (0,33%) e Alojamento e Alimentação (0,06%).
REGIÕES
A expansão ocorreu em três das cinco regiões pesquisadas: Sul, Sudeste e Centro Oeste.
Fonte: O Dia - IG Notícias - 24/04/2015
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sábado, 9 de maio de 2015
Ministério da Justiça notifica provedor de site que divulga CPF sem permissão.
O site causou polêmica por expor nome, o CPF e a situação dos consumidores perante a Receita Federal. Na página, bastava colocar o nome para achar o CPF correspondente.
De acordo com o Ministério da Justiça, a publicação de dados pessoais sem o consentimento "fere direitos e garantias previstos no Código de Defesa do Consumidor e no Marco Civil da Internet".
Em nota, o órgão deu dez dias para que o provedor esclareça quem são os responsáveis pelo site e como as informações foram coletadas. Caso comprove irregularidades, completa o Ministério, serão aplicadas as sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e intervenção administrativa.
Na internet, uma petição pública que pedia a retirada do site do ar já reunia quase 130 mil assinaturas nesta quinta-feira.
A preocupação é que, de posse dos dados, o fraudador consiga contratar serviços no nome da vítima, afirma Fernando Cosenza, diretor de marketing, inovação e sustentabilidade da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).
"Não vemos finalidade ou necessidade para pessoas bem-intencionadas usarem essa informação. Mas alguém mal-intencionado pode usar os dados para fraudes", afirma.
É possível também fazer crediários no nome da vítima, que só vai descobrir o golpe quando estiver com o nome sujo, alerta Dirceu Gardel, da Boa Vista. "Com o nome e o CPF, o criminoso pode fazer uma identidade falsa e parcelar compras em lojas que tenham sistemas de análise menos rigorosos", afirma.
Só em fevereiro, a empresa de informações financeiras Serasa Experian diz ter registrado 145.534 fraudes envolvendo roubo de identidade.
"Também é possível consultar a situação do contribuinte junto à Receita Federal. Essa brecha abre uma gama muito extensa de possibilidades de golpes", adverte o advogado Alexandre Gontijo, do escritório Siqueira Castro.
Procurada, a Receita Federal informou não ter relação com o vazamento das informações. Para Gontijo, do escritório Siqueira Castro, é possível que a origem dos dados seja cadastros preenchidos em sites na internet ou em estabelecimentos comerciais. "Não são todas as pessoas que têm o CPF exposto. O meu, por exemplo, não está disponível", afirma.
DENÚNCIAS
Quem tiver o nome exposto pode apelar para uma interpelação judicial para retirar as informações da página. "Mas normalmente esse tipo de site está ligado a uma pessoa fictícia", destaca Gontijo. "O mais seguro é pedir para as autoridades responsáveis retirarem o site do ar, porque é uma arma poderosa para fraudadores", afirma o advogado.
Segundo a Polícia Federal, a divulgação propriamente dita do CPF não configura crime. "No entanto, esclarecemos que a atuação do órgão nesse caso poderá ocorrer apenas com a comprovação de um possível vazamento de banco de dados oficiais", informou o órgão, em nota.
A PF informa ainda que quem for vítima de crime envolvendo a utilização do CPF deve registrar ocorrência junto à Polícia Civil.
Em São Paulo, o Ministério Público Federal diz já ter recebido duas denúncias contra o site -uma em Campinas e outra em Franca. Ambas foram registradas na semana passada e já foram encaminhadas para os procuradores que ficarão responsáveis pelo caso, informou o órgão, em nota. Há denúncias também em Estados como Espírito Santo, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, Santa Catarina e Pernambuco.
Fonte: Folha Online - 07/05/2015
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Trilhos do VLT modificam a paisagem da Zona Portuária.
Rio - Entre os sete canteiros de obra espalhados pela Zona Portuária para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), uma nova paisagem surge no Centro do Rio: a de ruas compartilhadas com trilhos. Nos últimos 30 dias, mais de um quilômetro de linha férrea foi instalado para receber o novo transporte, que entra em operação em abril de 2016, com a inauguração do trecho entre a Rodoviária e o Aeroporto Santos Dumont.
A configuração das linhas do VLT mudou. Antes, o sistema estava dividido em seis rotas. Agora, ele é composto de dois eixos principais. O primeiro a ser inaugurado em abril de 2016, liga a Rodoviária ao Santos Dumont, com 23 estações. O segundo irá da Central até a Estação das Barcas, na Praça 15, e entrará em funcionamento somente depois da Olimpíada.
Dos trechos em execução, apenas a Avenida Rio Branco ainda não recebeu trilhos. Por lá, as obras começaram em novembro e a expectativa é que a linha seja implantada a partir do próximo mês. “Existem lugares onde há muita interferência no subterrâneo com fiações e tubulações. A remoção desse material é o mais difícil. Depois que a base estiver pronta, a colocação dos trilhos é rápida”, explicou o subsecretário de Projetos Estruturantes da Secretaria Especial de Concessões e Parcerias Público-Privadas (Secpar), Gustavo Guerrante.

Operários preparam a pista na Rua Equador para colocar os dormentes. Na Avenida Rio Branco, a instalação dos trilhos aguarda a conclusão do trabalho de arqueólogosFoto: Paulo Araújo / Agência O Dia
No trajeto em obras, um dos trechos mais avançados é no entorno do terminal rodoviário Henrique Otte, na Rua General Luis Mendes de Moraes, no Santo Cristo. Por lá, duas linhas estão sendo implantadas e a via está quase toda pronta. Nas ruas onde há mais movimento de indústrias e comércio, como a Equador, os canteiros de obras estão fracionados, por conta das garagens dos estabelecimentos.
Segundo o subsecretário, a etapa de implantação dos trilhos em frente à entrada dos imóveis não acarretará em transtornos para os proprietários. “Durante a obra, é só colocar um tamponamento de chapa, para os veículos poderem circular normalmente”, contou.
Durante a operação do VLT, haverá um sistema sonoro para alertar os veículos que cruzarem a linha. “O próprio VLT tem buzina e ele também andará em velocidade baixa, com a média de 17 quilômetros”, completou Gustavo.
O segundo eixo, Central-Barcas, ainda não tem mês certo para o começo das obras. O projeto ainda está em estudo por conta do impacto no trânsito. “Será neste ano, mas ainda precisamos finalizar alguns ajustes para o anúncio formal”, declarou Guerrante. O novo percurso entrará em operação depois da Olimpíada para evitar o impacto dos testes durante os Jogos.
Cobrança à moda europeia
A um ano da operação do VLT, o valor da passagem ainda é alvo de estudo. O cálculo não foi definido, mas a expectativa é que o custo seja o mesmo do ônibus. “Não será mais barato do que o ônibus e nem mais caro do que o metrô”, argumentou o subsecretário Gustavo Guerrante.
A configuração das linhas do VLT mudou. Antes, o sistema estava dividido em seis rotas. Agora, ele é composto de dois eixos principais. O primeiro a ser inaugurado em abril de 2016, liga a Rodoviária ao Santos Dumont, com 23 estações. O segundo irá da Central até a Estação das Barcas, na Praça 15, e entrará em funcionamento somente depois da Olimpíada.
Dos trechos em execução, apenas a Avenida Rio Branco ainda não recebeu trilhos. Por lá, as obras começaram em novembro e a expectativa é que a linha seja implantada a partir do próximo mês. “Existem lugares onde há muita interferência no subterrâneo com fiações e tubulações. A remoção desse material é o mais difícil. Depois que a base estiver pronta, a colocação dos trilhos é rápida”, explicou o subsecretário de Projetos Estruturantes da Secretaria Especial de Concessões e Parcerias Público-Privadas (Secpar), Gustavo Guerrante.

Operários preparam a pista na Rua Equador para colocar os dormentes. Na Avenida Rio Branco, a instalação dos trilhos aguarda a conclusão do trabalho de arqueólogosFoto: Paulo Araújo / Agência O Dia
No trajeto em obras, um dos trechos mais avançados é no entorno do terminal rodoviário Henrique Otte, na Rua General Luis Mendes de Moraes, no Santo Cristo. Por lá, duas linhas estão sendo implantadas e a via está quase toda pronta. Nas ruas onde há mais movimento de indústrias e comércio, como a Equador, os canteiros de obras estão fracionados, por conta das garagens dos estabelecimentos.
Segundo o subsecretário, a etapa de implantação dos trilhos em frente à entrada dos imóveis não acarretará em transtornos para os proprietários. “Durante a obra, é só colocar um tamponamento de chapa, para os veículos poderem circular normalmente”, contou.
Durante a operação do VLT, haverá um sistema sonoro para alertar os veículos que cruzarem a linha. “O próprio VLT tem buzina e ele também andará em velocidade baixa, com a média de 17 quilômetros”, completou Gustavo.
O segundo eixo, Central-Barcas, ainda não tem mês certo para o começo das obras. O projeto ainda está em estudo por conta do impacto no trânsito. “Será neste ano, mas ainda precisamos finalizar alguns ajustes para o anúncio formal”, declarou Guerrante. O novo percurso entrará em operação depois da Olimpíada para evitar o impacto dos testes durante os Jogos.
Cobrança à moda europeia
A um ano da operação do VLT, o valor da passagem ainda é alvo de estudo. O cálculo não foi definido, mas a expectativa é que o custo seja o mesmo do ônibus. “Não será mais barato do que o ônibus e nem mais caro do que o metrô”, argumentou o subsecretário Gustavo Guerrante.

Fonte:odia
segunda-feira, 6 de abril de 2015
segunda-feira, 30 de março de 2015
CHINESA LIUGONG INAUGURA FÁBRICA NA SEXTA COM PRESENÇA DO GOVERNADOR.

A LiuGong Machinery, fabricante chinesa de equipamentos pesados de alta qualidade para construção e líder em escavadeiras e carregadeiras de rodas, inaugura nesta sexta-feira, às 11h00, sua fábrica em Mogi Guaçu, a primeira no Brasil.
O ato contará com a presença do governador Geraldo Alckmin, conforme confirmação obtida pela empresa junto ao Palácio dos Bandeirantes.
Durante o evento, a empresa anunciará seus planos de novos investimentos e a expansão nos mercados nacional e latino-americano.
A unidade abrigará uma linha de montagem com capacidade de produzir, por ano, 1.500 máquinas pesadas, como tratores de esteira, retroescavadeiras e pá-carregadeiras.
A fábrica está se instalando em área de 12 mil metros quadrados, em sub-rogação à Techforge do Brasil, no Distrito Industrial Mogi Guaçu II.
A operação de sub-rogação foi autorizada através da aprovação, pela Câmara Municipal, de projeto de lei encaminhado pelo prefeito Walter Caveanha, o que viabilizou a instalação da empresa em Mogi Guaçu.
A unidade da Liu Gong de Mogi Guaçu fornecerá máquinas pesadas para o mercado brasileiro e países da América Latina. O número de empregos que irá gerar estará diretamente vinculado à demanda de produção.
Informação produzida pela Secretaria de Comunicação Social Mogi Guaçu.
segunda-feira, 23 de março de 2015
PPG instalou na sexta fábrica no complexo de Sumaré.
A fabricante de tintas PPG inaugurou em Sumaré (SP) uma unidade dedicada à produção de e-coat, base anticorrosiva aplicada em automóveis e boa parte da indústria. Com 65 mil metros quadrados, a nova área é a sexta dentro de um complexo de 500 mil m2. Consumiu R$ 100 milhões e irá substituir importações do México e da Espanha.
“Além de toda a indústria automotiva, forneceremos para o setor industrial, que inclui máquinas agrícolas e de construção como Case, John Deere, Caterpillar... enfim, todos os fabricantes desse segmento são nossos clientes”, afirma o diretor-geral da PPG, Carlos Santa Cruz.
Segundo o executivo, a construção consumiu 14 meses e começa a produzir em três semanas. “Vai suprir basicamente os mercados local e argentino”, diz o presidente e diretor de operações da companhia, Michael McGarry. A capacidade produtiva não foi revelada.
Nos últimos três anos, a PPG investiu R$ 200 milhões no Brasil, que é a segunda maior operação da empresa na América Latina. Fica atrás do México e à frente de Argentina e Colômbia. “A América Latina responde por 11% de todo o faturamento da companhia”, afirma McGarry.
terça-feira, 10 de março de 2015
Dólar sobe mais de 2% e encosta em R$3,13, o maior valor desde junho de 2004.
O dólar fechou com alta de mais de 2% nesta segunda-feira, avançando pela sexta sessão seguida, diante de preocupações com a oposição à presidente Dilma Rousseff e o escândalo em torno da Petrobras, que podem gerar ainda mais obstáculos para o ajuste fiscal promovido pela equipe econômica.
A moeda norte-americana subiu 2,39%, cotado a R$ 3,129 na venda, após marcar na sessão anterior a maior alta semanal desde a crise financeira de 2008. O nível de fechamento desta sessão foi o maior desde 22 de junho de 2004, quando a divisa ficou em R$ 3,13.
"Não tem nenhum vendedor (de dólares) no mercado. Quem vir motivos pontuais para explicar essa alta está chutando, a verdade é que há um pânico generalizado", disse o operador de um importante banco nacional.
No domingo, durante a transmissão pela TV de discurso em que defendeu que o ajuste econômico atualmente em curso no Brasil vai durar o tempo que for necessário, Dilma foi vaiada em diversas cidades, enquanto pedia união e paciência.
As manifestações "deixam evidente o forte nível de desaprovação pelo qual a atual gestão vem passando", escreveu em nota a clientes o operador da corretora Correparti Ricardo Gomes da Silva Filho.
Ele lembrou ainda a divulgação da lista de investigação de dezenas de parlamentares devido ao caso de corrupção da Petrobras, "potencializando ainda mais a falta de credibilidade de nossas lideranças".
À tarde, a agência de classificação de risco Moody's disse que a investigação de corrupção na Petrobras vai afetar de forma negativa partes dos setores público e privado brasileiro.
As medidas de reequilíbrio das contas públicas vinham servindo como um alento para investidores em meio à perspectiva de contração econômica e inflação de mais de 7% neste ano.
Nas últimas semanas, contudo, as dificuldades que o governo tem enfrentado para implementar essas ações mudaram o cenário, levando investidores a evitar ativos brasileiros e impulsionando o dólar aos maiores níveis em mais de dez anos. O movimento também reforçou a incerteza sobre o futuro das intervenções diárias do Banco Central no câmbio, marcadas para durar pelo menos até o fim de março.
Fonte:odia
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Mudança na desoneração da folha de pagamento piora a competitividade, avalia CNI.
A mudança no sistema de desoneração da folha de pagamento agrava as dificuldades da indústria, avalia a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em nota, a entidade afirma que recebeu com "extrema preocupação" essa alteração. "Para um setor que vem perdendo a competitividade é mais uma medida de impacto expressivo sobre sua capacidade de enfrentar os desafios da competitividade global", argumenta a confederação.
A CNI afirma reconhecer a importância do ajuste fiscal, mas aponta que a revisão das alíquotas da desoneração é um retrocesso para a competitividade de muitos setores, em um cenário de forte concorrência internacional. "Tal medida gerará forte impacto para a indústria e para a economia nacional, com consequências inclusive para a manutenção de empregos", aponta a entidade.
A confederação avalia, ainda, que os problemas que afetam a competitividade da indústria têm se agravado ao longo dos anos, o que reflete na perda de participação industrial no Produto Interno Bruto (PIB). A CNI alerta que custo unitário do trabalho no Brasil "cresceu nos últimos dez anos de forma expressiva, acima de países com quem concorremos diretamente". A esse custo, adverte a entidade, "acrescenta-se o peso elevado dos encargos que superam o dos nossos competidores".
Para a CNI, o ajuste fiscal é necessário, mas precisa vir acompanhado de uma agenda que promova a competitividade e melhore o ambiente de negócios. O governo publicou a Medida Provisória 669 no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 27, estabelecendo que, a partir de junho, as empresas que recolhem 2% do faturamento para a Previdência passem a arcar com 4,5%. Já aquelas que pagam 1% terão de recolher 2,5%.
A CNI afirma reconhecer a importância do ajuste fiscal, mas aponta que a revisão das alíquotas da desoneração é um retrocesso para a competitividade de muitos setores, em um cenário de forte concorrência internacional. "Tal medida gerará forte impacto para a indústria e para a economia nacional, com consequências inclusive para a manutenção de empregos", aponta a entidade.
A confederação avalia, ainda, que os problemas que afetam a competitividade da indústria têm se agravado ao longo dos anos, o que reflete na perda de participação industrial no Produto Interno Bruto (PIB). A CNI alerta que custo unitário do trabalho no Brasil "cresceu nos últimos dez anos de forma expressiva, acima de países com quem concorremos diretamente". A esse custo, adverte a entidade, "acrescenta-se o peso elevado dos encargos que superam o dos nossos competidores".
Para a CNI, o ajuste fiscal é necessário, mas precisa vir acompanhado de uma agenda que promova a competitividade e melhore o ambiente de negócios. O governo publicou a Medida Provisória 669 no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 27, estabelecendo que, a partir de junho, as empresas que recolhem 2% do faturamento para a Previdência passem a arcar com 4,5%. Já aquelas que pagam 1% terão de recolher 2,5%.
Fonte:Diario Pernanbuco
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Varejo exige normas técnicas dos fabricantes.
O varejo está alerta e trabalhando para tornar o setor de material de construção cada vez mais normatizado. A Anamaco tem como uma de suas principais bandeiras apoiar a venda de produtos dentro de norma, de acordo com as regras estabelecidas pelo PBQP-H – Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat, do Ministério das Cidades.
Algumas lojas, com o objetivo de oferecer aos seus clientes apenas produtos de qualidade, têm enviado comunicados aos seus parceiros comerciais alertando sobre a gravidade de se oferecer produtos fora de norma e solicitando que os produtos aprovados pelo PBQP-H e pelo INMETRO sejam identificados claramente e com veracidade, pois o varejo é responsável por aquilo que vende. Uma dica para escolher o fornecedor é verificar a etiqueta do fabricante.
O comércio tem recebido visitas sem aviso prévio do DPPC (Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania), que apreende produtos que não atendem ao dispositivo do CDC – Código de Defesa do Consumidor. Neste procedimento, a polícia instaura inquérito para investigação de crime contra a relação de consumo. São avaliados produtos expostos e também estoques. A regra vale para lojas de todos os tamanhos.
“Temos feito um esforço grande para exigir produtos dentro de norma. O varejo está trabalhando para que produtos sem qualidade fiquem definitivamente de fora de nossas prateleiras”, afirma Cláudio Conz, presidente da Anamaco. “Não devemos esperar a fiscalização bater a sua porta, afinal, isso é uma questão de respeito ao consumidor, além de promover uma concorrência mais leal no setor”.
Neste cenário, tem destaque o trabalho feito para a normatização das esquadrias de alumínio. Liderado pela AFEAL – Associação Nacional dos Fabricantes de Esquadrias de Alumínio, o programa luta pelo fim da não conformidade. “É importante este papel que o varejo desempenha de cobrar do fornecedor produtos dentro de norma. Com toda a cadeia envolvida – consumidor, lojas e fabricantes -, teremos mais valor agregado e produtos que realmente cumprem seu desempenho. Aí, todo mundo ganha”, diz Edson Fernandes, gerente nacional do PSQ – Programa Setorial de Qualidade de Esquadrias de Alumínio. “Orientamos os fabricantes neste sentido e oferecemos a eles toda a orientação e apoio necessários para atender às normas técnicas”, finaliza.
Algumas lojas, com o objetivo de oferecer aos seus clientes apenas produtos de qualidade, têm enviado comunicados aos seus parceiros comerciais alertando sobre a gravidade de se oferecer produtos fora de norma e solicitando que os produtos aprovados pelo PBQP-H e pelo INMETRO sejam identificados claramente e com veracidade, pois o varejo é responsável por aquilo que vende. Uma dica para escolher o fornecedor é verificar a etiqueta do fabricante.
O comércio tem recebido visitas sem aviso prévio do DPPC (Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania), que apreende produtos que não atendem ao dispositivo do CDC – Código de Defesa do Consumidor. Neste procedimento, a polícia instaura inquérito para investigação de crime contra a relação de consumo. São avaliados produtos expostos e também estoques. A regra vale para lojas de todos os tamanhos.
“Temos feito um esforço grande para exigir produtos dentro de norma. O varejo está trabalhando para que produtos sem qualidade fiquem definitivamente de fora de nossas prateleiras”, afirma Cláudio Conz, presidente da Anamaco. “Não devemos esperar a fiscalização bater a sua porta, afinal, isso é uma questão de respeito ao consumidor, além de promover uma concorrência mais leal no setor”.
Neste cenário, tem destaque o trabalho feito para a normatização das esquadrias de alumínio. Liderado pela AFEAL – Associação Nacional dos Fabricantes de Esquadrias de Alumínio, o programa luta pelo fim da não conformidade. “É importante este papel que o varejo desempenha de cobrar do fornecedor produtos dentro de norma. Com toda a cadeia envolvida – consumidor, lojas e fabricantes -, teremos mais valor agregado e produtos que realmente cumprem seu desempenho. Aí, todo mundo ganha”, diz Edson Fernandes, gerente nacional do PSQ – Programa Setorial de Qualidade de Esquadrias de Alumínio. “Orientamos os fabricantes neste sentido e oferecemos a eles toda a orientação e apoio necessários para atender às normas técnicas”, finaliza.
Fonte:obra24horas
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