Cresce o número de trabalhadores por conta própria e de empregadores, enquanto o trabalho com carteira assinada recua
RIO - A desaceleração no mercado do trabalho tem levado alguns brasileiros a buscar outras saídas que não seja sair por aí distribuindo currículos. Com isso, o número de trabalhadores por conta própria e também de empregadores tem aumentado de forma significativa no último ano, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O número de desempregados atingiu um recorde de 8,157 milhões no trimestre encerrado em maio de 2015. Já a taxa de desemprego subiu para 8,1%, também a maior da série. Mas o número poderia ser maior caso esses brasileiros não tivessem um "plano B".
Na comparação com o trimestre até maio de 2014, o emprego por conta própria aumentou 4,4%. Isso significa 934 mil pessoas a mais nessa condição, que inclui desde um profissional autônomo com perfil mais técnico até o vendedor ambulante. Os empregadores, por sua vez, cresceram 8,1% no período, um acréscimo de 299 mil pessoas. Por outro lado, em um ano até o trimestre encerrado em maio de 2015, 708 mil pessoas deixaram de ser trabalhadores formais no setor privado.
"A pesquisa mostra um cenário econômico que não está permitindo geração de vagas a ponto de suprir a demanda por emprego. Então, o desemprego está subindo", explicou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE. "Com a redução no emprego, aumentou o número de trabalhadores inseridos como empregador e conta própria."
É muito provável, apontou Azeredo, que esse contingente venha de empregos anteriores no setor privado, com ou sem carteira. Em um ano, o emprego formal recuou 1,9%, uma perda de 708 mil vagas. Já o trabalho sem carteira recuou 3,0%, com 310 mil pessoas a menos.
"Nesse momento, ainda há uma rede de proteção para os empregados com carteira (FGTS, seguro-desemprego), mas os empregados sem carteira não têm essa rede de proteção. É daí que vem esse aumento forte de empregadores e de conta própria", disse o coordenador. "Para compor renda domiciliar, mais pessoas acabam buscando emprego. Além disso, há uma menor qualidade do emprego, considerando a queda da carteira assinada."
Fonte: Estadão Online - O Estado de S.Paulo - 09/07/2015
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Seu Braço direito na área de tecnologia
sábado, 11 de julho de 2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
Operadora de TV a cabo não pode cobrar mensalidade por ponto adicional.
O Ministério Público do Rio de Janeiro entrou com uma ação na justiça contra a Sky. O motivo é uma briga já conhecida e que ocorre há muito tempo: as cobranças por pontos adicionais. As operadoras atualmente cobram uma taxa mensal para fornecer o serviço de TV por assinatura para mais de um televisor. De acordo com o MP, a cobrança dessa taxa é ilegal.
O regulamento da Anatel proíbe a cobrança do ponto adicional ou ponto de extensão (quando duas TVs utilizam o mesmo decodificador e exibem a mesma programação). Foi constatada irregularidade da operadora ao cobrar de diversos consumidores. A medida que a Sky utilizou para desviar da lei foi cobrar pelo serviço com outras denominações, como “aluguel de equipamento adicional” e “serviço de decodificação satelital”.

Mais de um ponto na sua casa, mas sem pagar a mais por isso
A fim de solucionar o problema, a justiça propôs para a operadora que o aluguel do equipamento adicional correspondesse a 1% do preço para aquisição do decodificador. A Sky rejeitou. As operadoras atualmente nem tocam no assunto de comercializar seus decoders. Ainda cabe recurso por parte da Sky.
Em julho a NET também passou por essa situação e teve que anular a cláusula dos contratos de seus clientes referente à cobrança pelo ponto adicional. A operadora foi impedida de cobrar pelo serviço de pontos extras, mensalidades de TV adicionais ou quaisquer nomes que se referem ao mesmo serviço. E não saiu barato: a NET terá que devolver os valores pagos pelo ponto extra desde março de 2010.
Com informações: O Globo
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Defesa do consumidor alerta para golpe com fraude em boleto bancário.

Antes de pagar qualquer boleto bancário, o consumidor deve verificar os dados impressos, como número do banco, se o número do código de barra corresponde ao da parte de cima da fatura, CNPJ da empresa emissora do boleto, data de vencimento do título e se o valor cobrado corresponde ao devido pelo consumidor. A dica vale tanto para os boletos impressos pelo consumidor através de sites na internet quanto para os que chegam na residência pelos Correios.
O alerta é dos órgãos de defesa do consumidor, que registram casos de fraude em boletos bancários. De acordo com o diretor jurídico da Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro(Procon-RJ), Carlos Eduardo Amorim, quando a autarquia recebe esse tipo de reclamação, verifica se houve falha na relação de consumo ou descuido da pessoa. Mas, como se trata de um crime, o consumidor lesado deve procurar a polícia.
“No Procon há gente que reclama que fez a compra e o produto não foi entregue. Aí a gente tem que ver se houve fraude ou se é problema na relação de consumo. Se o boleto foi enviado para a casa da pessoa por um criminoso, é questão de polícia, não é questão de Procon. Pelo boleto, a polícia consegue identificar para que conta esse depósito foi feito e descobre um laranja ou outra pessoa e consegue chegar ao fraudador”, disse.
Amorim ressalta que, caso o boleto falso tenha sido emitido no site da loja, a empresa também é responsável. “Se o boleto foi realmente emitido no espaço seguro da loja, a loja é responsável, mas se é um boleto que a pessoa recebe por e-mail e paga ou pelo correio e a empresa não enviou, isso é fraude. Há muita coisa que é golpe, questão de polícia. Mas se você entra no site da empresa, o verdadeiro, não o site forjado, emite o boleto e o boleto sai forjado, aí é responsabilidade da empresa”.
Para a coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Maria Inês Dolci, as empresas podem ser responsabilizadas por possíveis fraudes, já que é dever delas se cercar dos cuidados necessários para que o consumidor não seja penalizado.
“Se o consumidor for vítima do golpe, deve fazer contato com a empresa, mostrar os comprovantes de pagamento realizados. Mesmo que seja uma fraude de terceiros, esse é um vício oculto de serviço, que o cliente não tem como identificar e portanto a empresa emissora do boleto tem que ser solidária e tem que responder por esse problema”, disse.
De acordo com ela, é possível que a fraude ocorra na emissão de segunda via dos boletos e também que a abordagem ocorra por telefone. “O estelionatário liga, se passa pelo credor e o consumidor acaba repassando os seus dados, inclusive os dados do boleto original para o falsário, que emite um novo documento com alteração da fonte que vai receber o valor a ser pago”.
De acordo com a Polícia Civil, o crime que envolve boleto falso é registrado como fraude e entra nas estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP) como estelionato, sem tipificação específica. Os dados do ISP mostram que, de janeiro a abril desde ano, houve 11.470 casos de estelionato no estado, que incluem também outros tipos de tentativa de se obter vantagem indevida com prejuízo alheio.
Fonte: Agência Brasil - 15/06/2015
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Video de Câmeras HD da Clear
Câmeras HD Clear CFTV
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Tecnologia HD entra no mercado de CFTV para ficar e a analógica deixa de ser fabricada
Essa tecnologia acaba de entrar com tudo no mercado de CFTV e a Clear acaba de trazer essa solução para você!
O equipamento de gravação AHD – Stand Alone (4, 8 e 16 canais) é capaz de comportar três tipos de tecnologia: Analógica, AHD e IP. Seu fundamento é a transmissão de câmeras com tecnologia AHD, que são câmeras que podem ser conectadas a ele pelo cabo coaxial, possibilitando uma facilidade na instalação e que entregarão imagens em alta resolução aos clientes (HD).
Acompanhe na imagem abaixo:

Como visualizado na imagem acima, o sistema de monitoramento AHD é semelhante no quesito de instalação com o sistema analógico, mas o melhor de tudo é que ele mescla essa facilidade da conexão analógica porém suas imagens são entregues em qualidade HD, ou seja, uma qualidade compatível com a resolução de câmeras IP.
Essa novidade é uma boa alternativa para quem tem dificuldades com a instalação de sistemas que envolvem a tecnologia IP.
Veja abaixo algumas vantagens desse sistema:
Imagens mais limpas
Alta Definição
Longa Distância de Transmissão
Facilidade de instalação e operação
Observe agora, uma imagem comparativa entre um sistema com qualidade analógica e um sistema com qualidade AHD. Note que a imagem entregue em AHD além de mais ampla, entrega o vídeo em altíssima resolução, com maior detalhamento (observe as placas laterais) e fidelidade nas cores.

sábado, 9 de maio de 2015
Governo autoriza 26.811 vagas em concursos federais diversas áreas.
Apesar da crise orçamentária, União anuncia chances com salários iniciais de até R$ 12 mil
Rio - Em meio a um ano de ajuste fiscal, os concurseiros têm motivos para comemorar. O Orçamento deste ano, sancionado pela presidenta Dilma Rousseff e publicado quarta-feira no Diário Oficial da União, traz a autorização para abertura de 26.811 vagas em concursos públicos a nível federal. Os salários iniciais chegam a até R$ 12 mil. Vale lembrar que o projeto de lei da Terceirização, aprovado na Câmara e que irá ao Senado, não atinge as áreas autorizadas, por se tratar de carreiras de estado. A lei impacta, principalmente, empresas públicas, como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Petrobras.
De acordo com a tabela publicada pelo governo, são 22.463 vagas para o Executivo Federal e mais 1.399 para substituição de terceirizados nesse setor. Já para o Legislativo são 258 vagas para a Câmara dos Deputados, 100 para o Senado e 60 para o Tribunal de Contas da União (TCU).
No Judiciário são 139 vagas para a Defensoria Pública da União, 90 no Ministério Público, 18 no Conselho Nacional do Ministério Público, 130 no Superior Tribunal de Justiça e 366 na Justiça Federal. Também foram autorizadas vagas na Justiça Militar da União (10), na Justiça Eleitoral (231), na Justiça do Trabalho (1.236) e na Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (311).
Diretor pedagógico da Academia do Concurso, Paulo Estrella afirma que o número de vagas é bastante aceitável em um ano de cortes no orçamento, mas a demora na autorização pode criar problemas para quem quer ingressar na carreira pública. “Ficou muito perto do segundo semestre, o que vai gerar uma concentração de processos seletivos no fim do ano. Os candidatos terão pouco tempo para estudar entre um concurso e outro”, explica o especialista.
Para Rodrigo Mesquita, professor do Universo do Concurso, o ideal é começar a estudar o quanto antes. “Com a autorização, daqui a pouco começam a ser publicadas as portarias específicas para os concursos. Depois disso, são seis meses para que o edital seja publicado. Então é importante iniciar os estudos”, avalia.
Estudante de Direito, Técia Soares, 23 anos, já começou a se preparar. Ela pretende fazer prova para o Tribunal de Justiça, o Ministério do Trabalho e o Banco do Brasil. “Tem muita concorrência, mesmo com essa quantidade de vagas”, diz.
A estudante de Belas Artes Gabriela Florentino, 19 anos, comemorou o número autorizado pelo Planejamento, mas ainda tem receio com relação à distribuição das vagas: “Tem que ver quais áreas serão beneficiadas, porque de repente as pessoas estão estudando para um concurso, mas acaba que é aberta seleção para área que elas não esperavam”.
Área de segurança em destaque
Rodrigo Mesquita, do Universo do Concurso, acredita que sejam criadas oportunidades principalmente nas áreas fiscais e de Segurança Pública. Já Paulo Estrella, da Academia do Concurso, aposta nas áreas de Saúde e Educação. “Também são esperadas oportunidades para a Polícia Federal, Ministério da Fazenda e Receita”, avalia.
De acordo com Estrella, os candidatos devem começar a estudar as matérias básicas, como direitos Constitucional e Administrativo, além de Língua Portuguesa e Informática, que são comuns a todos os processos seletivos. “A partir daí, o estudante aponta para as específicas”, aconselha.
Mesquita acrescenta ainda que para a área fiscal é importante se dedicar ao estudo de Direito Tributário, assim como Contabilidade, Estatística e Matemática Financeira.
Mercado de trabalho volta a crescer
O mercado de trabalho apresentou ligeira melhora em março, após três meses de queda. Dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados ontem apontaram para crescimento de 0,05% (19.282) no número de empregos com carteira assinada criados em relação a fevereiro. O resultado é superior ao registrado em março de 2014, quando foram gerados 13.117 postos de trabalho.
Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, é esperado que em abril essa trajetória continue e o mercado siga na tendência de crescimento, revertendo o quadro negativo dos dois primeiros meses do ano. “A expectativa é de um abril ainda melhor que março”, disse.
Dos oito setores da economia, quatro registraram crescimento, com destaque para o setor de Serviços (0,31%), Administração Pública (0,33%) e Comércio (0,03%). A Construção Civil teve queda de 0,6% e Indústria de Transformação caiu 0,18%.
EM ALTA
SERVIÇOS
Neste segmento foi percebido crescimento nos postos em serviços médicos e odontológicos (0,48%), nos setores de Ensino (1,11%), Comércio e Administração de Imóveis (0,31%), Transportes e Comunicações (0,33%) e Alojamento e Alimentação (0,06%).
REGIÕES
A expansão ocorreu em três das cinco regiões pesquisadas: Sul, Sudeste e Centro Oeste.
Fonte: O Dia - IG Notícias - 24/04/2015
Rio - Em meio a um ano de ajuste fiscal, os concurseiros têm motivos para comemorar. O Orçamento deste ano, sancionado pela presidenta Dilma Rousseff e publicado quarta-feira no Diário Oficial da União, traz a autorização para abertura de 26.811 vagas em concursos públicos a nível federal. Os salários iniciais chegam a até R$ 12 mil. Vale lembrar que o projeto de lei da Terceirização, aprovado na Câmara e que irá ao Senado, não atinge as áreas autorizadas, por se tratar de carreiras de estado. A lei impacta, principalmente, empresas públicas, como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Petrobras.
De acordo com a tabela publicada pelo governo, são 22.463 vagas para o Executivo Federal e mais 1.399 para substituição de terceirizados nesse setor. Já para o Legislativo são 258 vagas para a Câmara dos Deputados, 100 para o Senado e 60 para o Tribunal de Contas da União (TCU).
No Judiciário são 139 vagas para a Defensoria Pública da União, 90 no Ministério Público, 18 no Conselho Nacional do Ministério Público, 130 no Superior Tribunal de Justiça e 366 na Justiça Federal. Também foram autorizadas vagas na Justiça Militar da União (10), na Justiça Eleitoral (231), na Justiça do Trabalho (1.236) e na Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (311).
Diretor pedagógico da Academia do Concurso, Paulo Estrella afirma que o número de vagas é bastante aceitável em um ano de cortes no orçamento, mas a demora na autorização pode criar problemas para quem quer ingressar na carreira pública. “Ficou muito perto do segundo semestre, o que vai gerar uma concentração de processos seletivos no fim do ano. Os candidatos terão pouco tempo para estudar entre um concurso e outro”, explica o especialista.
Para Rodrigo Mesquita, professor do Universo do Concurso, o ideal é começar a estudar o quanto antes. “Com a autorização, daqui a pouco começam a ser publicadas as portarias específicas para os concursos. Depois disso, são seis meses para que o edital seja publicado. Então é importante iniciar os estudos”, avalia.
Estudante de Direito, Técia Soares, 23 anos, já começou a se preparar. Ela pretende fazer prova para o Tribunal de Justiça, o Ministério do Trabalho e o Banco do Brasil. “Tem muita concorrência, mesmo com essa quantidade de vagas”, diz.
A estudante de Belas Artes Gabriela Florentino, 19 anos, comemorou o número autorizado pelo Planejamento, mas ainda tem receio com relação à distribuição das vagas: “Tem que ver quais áreas serão beneficiadas, porque de repente as pessoas estão estudando para um concurso, mas acaba que é aberta seleção para área que elas não esperavam”.
Área de segurança em destaque
Rodrigo Mesquita, do Universo do Concurso, acredita que sejam criadas oportunidades principalmente nas áreas fiscais e de Segurança Pública. Já Paulo Estrella, da Academia do Concurso, aposta nas áreas de Saúde e Educação. “Também são esperadas oportunidades para a Polícia Federal, Ministério da Fazenda e Receita”, avalia.
De acordo com Estrella, os candidatos devem começar a estudar as matérias básicas, como direitos Constitucional e Administrativo, além de Língua Portuguesa e Informática, que são comuns a todos os processos seletivos. “A partir daí, o estudante aponta para as específicas”, aconselha.
Mesquita acrescenta ainda que para a área fiscal é importante se dedicar ao estudo de Direito Tributário, assim como Contabilidade, Estatística e Matemática Financeira.
Mercado de trabalho volta a crescer
O mercado de trabalho apresentou ligeira melhora em março, após três meses de queda. Dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados ontem apontaram para crescimento de 0,05% (19.282) no número de empregos com carteira assinada criados em relação a fevereiro. O resultado é superior ao registrado em março de 2014, quando foram gerados 13.117 postos de trabalho.
Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, é esperado que em abril essa trajetória continue e o mercado siga na tendência de crescimento, revertendo o quadro negativo dos dois primeiros meses do ano. “A expectativa é de um abril ainda melhor que março”, disse.
Dos oito setores da economia, quatro registraram crescimento, com destaque para o setor de Serviços (0,31%), Administração Pública (0,33%) e Comércio (0,03%). A Construção Civil teve queda de 0,6% e Indústria de Transformação caiu 0,18%.
EM ALTA
SERVIÇOS
Neste segmento foi percebido crescimento nos postos em serviços médicos e odontológicos (0,48%), nos setores de Ensino (1,11%), Comércio e Administração de Imóveis (0,31%), Transportes e Comunicações (0,33%) e Alojamento e Alimentação (0,06%).
REGIÕES
A expansão ocorreu em três das cinco regiões pesquisadas: Sul, Sudeste e Centro Oeste.
Fonte: O Dia - IG Notícias - 24/04/2015
Ministério da Justiça notifica provedor de site que divulga CPF sem permissão.
O site causou polêmica por expor nome, o CPF e a situação dos consumidores perante a Receita Federal. Na página, bastava colocar o nome para achar o CPF correspondente.
De acordo com o Ministério da Justiça, a publicação de dados pessoais sem o consentimento "fere direitos e garantias previstos no Código de Defesa do Consumidor e no Marco Civil da Internet".
Em nota, o órgão deu dez dias para que o provedor esclareça quem são os responsáveis pelo site e como as informações foram coletadas. Caso comprove irregularidades, completa o Ministério, serão aplicadas as sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e intervenção administrativa.
Na internet, uma petição pública que pedia a retirada do site do ar já reunia quase 130 mil assinaturas nesta quinta-feira.
A preocupação é que, de posse dos dados, o fraudador consiga contratar serviços no nome da vítima, afirma Fernando Cosenza, diretor de marketing, inovação e sustentabilidade da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).
"Não vemos finalidade ou necessidade para pessoas bem-intencionadas usarem essa informação. Mas alguém mal-intencionado pode usar os dados para fraudes", afirma.
É possível também fazer crediários no nome da vítima, que só vai descobrir o golpe quando estiver com o nome sujo, alerta Dirceu Gardel, da Boa Vista. "Com o nome e o CPF, o criminoso pode fazer uma identidade falsa e parcelar compras em lojas que tenham sistemas de análise menos rigorosos", afirma.
Só em fevereiro, a empresa de informações financeiras Serasa Experian diz ter registrado 145.534 fraudes envolvendo roubo de identidade.
"Também é possível consultar a situação do contribuinte junto à Receita Federal. Essa brecha abre uma gama muito extensa de possibilidades de golpes", adverte o advogado Alexandre Gontijo, do escritório Siqueira Castro.
Procurada, a Receita Federal informou não ter relação com o vazamento das informações. Para Gontijo, do escritório Siqueira Castro, é possível que a origem dos dados seja cadastros preenchidos em sites na internet ou em estabelecimentos comerciais. "Não são todas as pessoas que têm o CPF exposto. O meu, por exemplo, não está disponível", afirma.
DENÚNCIAS
Quem tiver o nome exposto pode apelar para uma interpelação judicial para retirar as informações da página. "Mas normalmente esse tipo de site está ligado a uma pessoa fictícia", destaca Gontijo. "O mais seguro é pedir para as autoridades responsáveis retirarem o site do ar, porque é uma arma poderosa para fraudadores", afirma o advogado.
Segundo a Polícia Federal, a divulgação propriamente dita do CPF não configura crime. "No entanto, esclarecemos que a atuação do órgão nesse caso poderá ocorrer apenas com a comprovação de um possível vazamento de banco de dados oficiais", informou o órgão, em nota.
A PF informa ainda que quem for vítima de crime envolvendo a utilização do CPF deve registrar ocorrência junto à Polícia Civil.
Em São Paulo, o Ministério Público Federal diz já ter recebido duas denúncias contra o site -uma em Campinas e outra em Franca. Ambas foram registradas na semana passada e já foram encaminhadas para os procuradores que ficarão responsáveis pelo caso, informou o órgão, em nota. Há denúncias também em Estados como Espírito Santo, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, Santa Catarina e Pernambuco.
Fonte: Folha Online - 07/05/2015
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Trilhos do VLT modificam a paisagem da Zona Portuária.
Rio - Entre os sete canteiros de obra espalhados pela Zona Portuária para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), uma nova paisagem surge no Centro do Rio: a de ruas compartilhadas com trilhos. Nos últimos 30 dias, mais de um quilômetro de linha férrea foi instalado para receber o novo transporte, que entra em operação em abril de 2016, com a inauguração do trecho entre a Rodoviária e o Aeroporto Santos Dumont.
A configuração das linhas do VLT mudou. Antes, o sistema estava dividido em seis rotas. Agora, ele é composto de dois eixos principais. O primeiro a ser inaugurado em abril de 2016, liga a Rodoviária ao Santos Dumont, com 23 estações. O segundo irá da Central até a Estação das Barcas, na Praça 15, e entrará em funcionamento somente depois da Olimpíada.
Dos trechos em execução, apenas a Avenida Rio Branco ainda não recebeu trilhos. Por lá, as obras começaram em novembro e a expectativa é que a linha seja implantada a partir do próximo mês. “Existem lugares onde há muita interferência no subterrâneo com fiações e tubulações. A remoção desse material é o mais difícil. Depois que a base estiver pronta, a colocação dos trilhos é rápida”, explicou o subsecretário de Projetos Estruturantes da Secretaria Especial de Concessões e Parcerias Público-Privadas (Secpar), Gustavo Guerrante.

Operários preparam a pista na Rua Equador para colocar os dormentes. Na Avenida Rio Branco, a instalação dos trilhos aguarda a conclusão do trabalho de arqueólogosFoto: Paulo Araújo / Agência O Dia
No trajeto em obras, um dos trechos mais avançados é no entorno do terminal rodoviário Henrique Otte, na Rua General Luis Mendes de Moraes, no Santo Cristo. Por lá, duas linhas estão sendo implantadas e a via está quase toda pronta. Nas ruas onde há mais movimento de indústrias e comércio, como a Equador, os canteiros de obras estão fracionados, por conta das garagens dos estabelecimentos.
Segundo o subsecretário, a etapa de implantação dos trilhos em frente à entrada dos imóveis não acarretará em transtornos para os proprietários. “Durante a obra, é só colocar um tamponamento de chapa, para os veículos poderem circular normalmente”, contou.
Durante a operação do VLT, haverá um sistema sonoro para alertar os veículos que cruzarem a linha. “O próprio VLT tem buzina e ele também andará em velocidade baixa, com a média de 17 quilômetros”, completou Gustavo.
O segundo eixo, Central-Barcas, ainda não tem mês certo para o começo das obras. O projeto ainda está em estudo por conta do impacto no trânsito. “Será neste ano, mas ainda precisamos finalizar alguns ajustes para o anúncio formal”, declarou Guerrante. O novo percurso entrará em operação depois da Olimpíada para evitar o impacto dos testes durante os Jogos.
Cobrança à moda europeia
A um ano da operação do VLT, o valor da passagem ainda é alvo de estudo. O cálculo não foi definido, mas a expectativa é que o custo seja o mesmo do ônibus. “Não será mais barato do que o ônibus e nem mais caro do que o metrô”, argumentou o subsecretário Gustavo Guerrante.
A configuração das linhas do VLT mudou. Antes, o sistema estava dividido em seis rotas. Agora, ele é composto de dois eixos principais. O primeiro a ser inaugurado em abril de 2016, liga a Rodoviária ao Santos Dumont, com 23 estações. O segundo irá da Central até a Estação das Barcas, na Praça 15, e entrará em funcionamento somente depois da Olimpíada.
Dos trechos em execução, apenas a Avenida Rio Branco ainda não recebeu trilhos. Por lá, as obras começaram em novembro e a expectativa é que a linha seja implantada a partir do próximo mês. “Existem lugares onde há muita interferência no subterrâneo com fiações e tubulações. A remoção desse material é o mais difícil. Depois que a base estiver pronta, a colocação dos trilhos é rápida”, explicou o subsecretário de Projetos Estruturantes da Secretaria Especial de Concessões e Parcerias Público-Privadas (Secpar), Gustavo Guerrante.

Operários preparam a pista na Rua Equador para colocar os dormentes. Na Avenida Rio Branco, a instalação dos trilhos aguarda a conclusão do trabalho de arqueólogosFoto: Paulo Araújo / Agência O Dia
No trajeto em obras, um dos trechos mais avançados é no entorno do terminal rodoviário Henrique Otte, na Rua General Luis Mendes de Moraes, no Santo Cristo. Por lá, duas linhas estão sendo implantadas e a via está quase toda pronta. Nas ruas onde há mais movimento de indústrias e comércio, como a Equador, os canteiros de obras estão fracionados, por conta das garagens dos estabelecimentos.
Segundo o subsecretário, a etapa de implantação dos trilhos em frente à entrada dos imóveis não acarretará em transtornos para os proprietários. “Durante a obra, é só colocar um tamponamento de chapa, para os veículos poderem circular normalmente”, contou.
Durante a operação do VLT, haverá um sistema sonoro para alertar os veículos que cruzarem a linha. “O próprio VLT tem buzina e ele também andará em velocidade baixa, com a média de 17 quilômetros”, completou Gustavo.
O segundo eixo, Central-Barcas, ainda não tem mês certo para o começo das obras. O projeto ainda está em estudo por conta do impacto no trânsito. “Será neste ano, mas ainda precisamos finalizar alguns ajustes para o anúncio formal”, declarou Guerrante. O novo percurso entrará em operação depois da Olimpíada para evitar o impacto dos testes durante os Jogos.
Cobrança à moda europeia
A um ano da operação do VLT, o valor da passagem ainda é alvo de estudo. O cálculo não foi definido, mas a expectativa é que o custo seja o mesmo do ônibus. “Não será mais barato do que o ônibus e nem mais caro do que o metrô”, argumentou o subsecretário Gustavo Guerrante.

Fonte:odia
segunda-feira, 6 de abril de 2015
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