A CLEAR CFTV chega ao Brasil com mais de 10 anos de
experiência no mercado internacional de Segurança Eletrônica. Com
nossa matriz estrategicamente localizada no centro industrial da China,
fornecemos para mais de 30 países equipamentos inovadores e com
tecnologia de ponta em CFTV.
Para atender nosso projeto de expansão comercial no Brasil,
escolhemos nos estabelecer na cidade de Santa Rita do Sapucaí – MG,
região conhecida como o “Vale da Eletrônica”, premiada pelo
profissionalismo de seu APL e destaque pela alta oferta de mão de obra
capacitada, formada por instituições de renome da cidade.
Com a equipe focada no trabalho de Inteligência, seguimos rigorosas
etapas de Pesquisa & Desenvolvimento para lançar ao mercado
produtos que realmente façam a diferença para nossos clientes. E para
isso, oferecemos Soluções Integradas para Segurança e um portfólio completo de produtos para projetos de pequeno, médio e grande porte.
Possuímos a mais completa linha de Speed Domes, Stand Alone, DVR’s,
Câmeras infravermelho, Mini-câmeras, Câmeras Profissionais, Lentes,
Câmeras IP e outros acessórios. Todos os itens têm 1 ano de garantia de
fábrica e suporte técnico especializado.
Fonte:Sindivel
Consultoria e Assessoria técnica, Suporte,Planejamento, Implantação. Sistema de segurança eletrônica empresarial e residencial analógico,Digital e IP,Informática,obras e reformas de Infraestrutura e Projetos especiais.
teste
Seu Braço direito na área de tecnologia
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
domingo, 14 de dezembro de 2014
PTT-RJ deveria ter mais sistemas autônomos e tráfego maior.

O
ponto de troca de tráfego da cidade do Rio de Janeiro (PTT-RJ) está
aquém das expectativas no que diz respeito ao número de sistemas
autônomos (AS) conectados e volume de tráfego. A constatação ficou
evidente em painel com representantes de diversos setores no evento PTT
Fórum 8, realizado pelo NIC.br em São Paulo nesta semana.
Ao colocar um ponto de presença na cidade, o especialista em redes do Netflix (leia matéria sobre expansão dos POPs da empresa), Flávio Amaral, disse que esperava mais AS conectados ao PTT-RJ. “Havia expetativa de mais tráfego e mais ASNs no PTT-RJ”, afirmou Amaral para quem o Rio tem potencial.
No debate durante o painel, Antonio Carlos Pina, da Mandic, foi enfático: os AS que não se conectam ao PTT estão perdendo muito.
“Uma das questões que temos pensado muito é por que o RJ não tem mais tráfego e algo que consideramos chave é o Teleporto”, afirmou Julio Sirota, do NIC.br, ao defender que o edifício inaugurado em 1995 e que já foi POP da Embratel seja “o maior PIX do Rio de Janeiro.
Um impulso para fomentar o PTT-RJ deve vir da realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos na cidade, uma vez que a infraestrutura para os megaeventos já começa a ser preparada.
Mesmo sem atuar comercialmente, por exemplo, vendendo hospedagem, a Globo.com quer candidatar seu data center que está sendo construído no Rio de Janeiro para ser um PIX do PTT-RJ. De acordo com Marcus Vinícius G. Cesário, suporte de telecom da Globo.com, estão sendo investidos pouco mais de R$ 100 milhões em um data center localizado na região de Jacarepaguá .
Já a NetBotanic é ponto de interconexão (PIX) e viu o tráfego crescer para cerca de 30 gigas em 2014. “Todos os ISPs que usaram o PTT Moebius, hoje, estão no PTT-RJ e representam um terço dos ISPs neste PTT atualmente”, assinalou Pedro Alves, da NetBotanic. Para o ano que vem, a empresa planeja migrar sua estrutura do bairro Jardim Botânico para São Cristóvão para oferecer conexão em fibra apagada do Teleporto até o switch PTT metro RJ.
Por: Roberta Prescott - 25/11/2014 Abranet
Ao colocar um ponto de presença na cidade, o especialista em redes do Netflix (leia matéria sobre expansão dos POPs da empresa), Flávio Amaral, disse que esperava mais AS conectados ao PTT-RJ. “Havia expetativa de mais tráfego e mais ASNs no PTT-RJ”, afirmou Amaral para quem o Rio tem potencial.
No debate durante o painel, Antonio Carlos Pina, da Mandic, foi enfático: os AS que não se conectam ao PTT estão perdendo muito.
“Uma das questões que temos pensado muito é por que o RJ não tem mais tráfego e algo que consideramos chave é o Teleporto”, afirmou Julio Sirota, do NIC.br, ao defender que o edifício inaugurado em 1995 e que já foi POP da Embratel seja “o maior PIX do Rio de Janeiro.
Um impulso para fomentar o PTT-RJ deve vir da realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos na cidade, uma vez que a infraestrutura para os megaeventos já começa a ser preparada.
Mesmo sem atuar comercialmente, por exemplo, vendendo hospedagem, a Globo.com quer candidatar seu data center que está sendo construído no Rio de Janeiro para ser um PIX do PTT-RJ. De acordo com Marcus Vinícius G. Cesário, suporte de telecom da Globo.com, estão sendo investidos pouco mais de R$ 100 milhões em um data center localizado na região de Jacarepaguá .
Já a NetBotanic é ponto de interconexão (PIX) e viu o tráfego crescer para cerca de 30 gigas em 2014. “Todos os ISPs que usaram o PTT Moebius, hoje, estão no PTT-RJ e representam um terço dos ISPs neste PTT atualmente”, assinalou Pedro Alves, da NetBotanic. Para o ano que vem, a empresa planeja migrar sua estrutura do bairro Jardim Botânico para São Cristóvão para oferecer conexão em fibra apagada do Teleporto até o switch PTT metro RJ.
“Queremos oferecer trânsito IP internacional e
acesso a rotas de fora de Rio de Janeiro com preços baixos, aumentando,
assim, a competitividade e a qualidade das operadoras ligadas ao PIX
NetBotanic”, enfatizou Alves.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Segurança Eletrônica não se compra no balcao,saiba escolher sua empresa prestadora do serviço.
Para proteger seus bens mais valiosos não bastam apenas equipamentos de segurança. A escolha do fornecedor correto é o primeiro passo para sua proteção.
A ABESE (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE SEGURANÇA ELETRONICA) recomenda os seguintes cuidados na hora de escolher o mais adequado sistema de segurança eletrônica e a empresa responsável por sua implantação:
- Procurar uma empresa idônea, legalmente constituída, que garanta a procedência dos equipamentos e acessórios utilizados para instalação do sistema e, principalmente, que assuma compromisso pós-venda, firmado em contrato com o cliente.
- A empresa deve enviar um consultor ao local da instalação para fazer a análise de riscos do local. É preciso verificar a vulnerabilidade do imóvel para posteriormente sugerir quais equipamentos de segurança são mais apropriados para o respectivo tipo de planta e localização geográfica. Nesta etapa é indispensável a avaliação do imóvel por um profissional.
- O contratante precisa certificar-se de que a prestadora de serviços possui bom referencial de outros clientes/imóveis do mesmo porte já atendidos por ela, e que estes estejam perfeitamente satisfeitos e adaptados aos equipamentos.
- Ao avaliar o custo, não se deve levar em consideração somente o preço do serviço em si, mas a relação custo-benefício oferecida pelo equipamento.
- O consumidor precisa estar atento a detalhes, como a idoneidade da empresa e as cláusulas do contrato, entre elas a garantia da venda e a manutenção do equipamento incluída no pacote de locação.
- Outro detalhe importante é checar se o contrato de prestação de serviço é coerente com a proposta apresentada no início da negociação, e se equipamento, preço e serviços prestados correspondem ao planejado.
- Após a instalação, é necessário exigir que um representante da empresa treine os usuários do sistema para a correta utilização dos equipamentos, visando o aproveitamento máximo de suas capacidades.
- É indispensável o teste periódico do funcionamento do sistema de segurança, seja semanal, quinzenal ou mensal. Mesmo que o equipamento possua monitoramento, é necessário que o usuário realize o teste manual periodicamente. Neste sentido, recomenda-se que se consulte a empresa sobre os prazos de atendimento técnico caso verificado algum problema no sistema.
Supersimples começa a valer em 2015 com novo regime de tributação.
A
partir de 1º de janeiro de 2015, começa a valer a "universalização" do
Supersimples. Com o novo regime de tributação, mais de 450 mil empresas
serão beneficiadas. A lei, sancionada em agosto de 2014, traz 81
mudanças em relação ao projeto anterior do Simples Nacional. Entre as
principais alterações para o micro e pequeno empresário estão a redução
da carga tributária e menor burocracia. Para Guilherme Afif Domingos,
Ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, o regime vai mudar a
vida de muitos brasileiros e os micro e pequenos empresários vão ter
mais tempo para produzir e vender.
O
presidente do Sebrae, Luiz Barretto, afirma que a lei amplia o acesso
do setor de serviços ao Supersimples. Mais de 140 categorias serão
atingidas com a mudança de tributação. Outra alteração é que para uma
empresa aderir ao regime do Supersimples, o que vale agora é o teto de
faturamento. O valor varia de estado para estado e depende da
participação no PIB brasileiro. Nos estados do Amapá e Roraima, o teto
de faturamento será de até R$ 1,26 milhão. Nos estados do Acre, Alagoas,
Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Rondônia, Sergipe e Tocantins, o
faturamento será de R$ 1,8 milhão. Nos estados do Ceará, Maranhão e Mato
Grosso, o limite de faturamento será de R$ 2,52 milhões e, nos outros
estados e no Distrito Federal, o teto para fazer parte do Supersimples
será de R$ 3,6 milhões.
Barretto
destaca a vantagem da simplificação tributária, pois os oito impostos –
municipais, estaduais e federais – serão pagos em um único boleto. No
novo regime, o empresário também pode pagar menos impostos, com redução
de até 40% no valor. Mas como foram instituídas tabelas, o importante é
cada setor verificar em qual delas está incluído, para saber a alíquota
que vai pagar. Além da tributação, outra mudança do Supersimples será a
redução no tempo para abrir ou fechar uma empresa. Para o presidente do
Sebrae, o novo Supersimples funciona como uma reforma tributária no
segmento de pequenas empresas.
Clique aqui e assista ao vídeo para assistir à reportagem completa.
CONTATOS:
SEBRAE
Central de Relacionamento: 0800-570-0800
www.sebrae.com.br
PATRONO IMÓVEIS
Contato: Empresária Rita Basso
Rua Maria Cândida, 938 - Vila Guilherme
São Paulo / SP- CEP: 02071-002
Telefone: (11) 2909-0715
www.patronoimoveis.com.br
SESCON
Contato: Área de conteúdo Sescon São Paulo
Telefone: (11) 3304-4475
www.sescon.org.br
OAB-SP
Telefone: (11) 3291-4949
www.oabsp.org.br
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Contato: (61) 3411-3608
www.smpe.gov.br
www.empresasimples.gov.br
Fonte: G1
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Mitos que cairão no uso da rede de CFTV IP.
Os Sistemas de CFTV (Circuito Fechado de TV) que utilizam redes IP (Internet Protocol) estão substituindo as soluções tradicionais baseadas em cabos coaxiais e DVRs (Digital Vídeo Recorder) ao apresentar funcionalidades consideravelmente maiores como digitalização e compressão de imagem, escalabilidade, inteligência, alimentação via Power over Ethernet (PoE), maior desempenho e facilidade de manutenção, o que significa redução de custo.
Considerando o investimento necessário, um sistema de monitoramento IP estará sempre em vantagem, uma vez que a infra-estrutura requer investimento menor que o cabeamento coaxial analógico. Sem contar que câmeras PTZ requerem investimento extra com cabeamento, o que não acontece com câmeras IP.
Graças à inteligência local da câmera de rede, é possível definir o tamanho das imagens que serão transmitidas (taxa de quadros) considerando eventos específicos como movimentos e horários programados. A câmera só enviará as imagens e alarme se considerar tratar-se de um evento importante, que poderá ser apenas 10% do tempo de monitoramento. Durante todo o resto do tempo, nada será transmitido pela rede.
Considerando as medidas de segurança adequadas, como firewalls, VPNs e proteção de senha, a internet pode ser utilizada para transferir todos os tipos de dados que precisam transitar com segurança. Sistemas analógicos não possuem encriptação ou qualquer outra forma de autenticação de informação, o que permite que qualquer pessoa veja as transmissões ou ainda, que interfira com informações falsas em vídeo, o que é impossível com as redes IP seguras.
Grande parte dos atuais sistemas de monitoramento IP possui uma combinação harmônica entre câmeras analógicas e servidores de vídeo em rede, o que reforça que uma instalação com câmeras analógicas não é uma barreira à utilização da tecnologia IP.Porém temos que tomar os devidos cuidados como:
- Largura de banda na rede local;
- Largura de banda para a Internet(Banda Larga);
- Distância maxima dos comprimentos de cabos;
- Cuidados técnicos no uso do WIFI;
Ultimamente temos atendidos empresas que tiveram uma péssima experiência com as câmeras IP'S e resistindo a o uso da tecnologia por isso estamos divulgando várias materias nos blog's sobre o uso destes equipamentos,entre os principais dúvidas dos clientes são:
Camera IP só pode ser usada no WIFI?
Não,ponto polêmico do assunto mas na nossa opinião(AquariusRio) não ultilizamos,somente cabeada por ethernet ou fibra quando temos distância longas a tecnologia óptica barateou muito e seu custo está compensando o investimento.Exceto em casos do uso de frequencia fechada o qual se usa rádios de alta transmissão como nas prefeituras para monitoramento do trânsito.
Não consigo visualizar as imagens pelo celular ou tablet?
Pode ocorrer sim,tanto a internet do local onde estão instaladas as cameras como a do celular pode estar com pouco banda,normalmete podem ocorrer cortes e imagem distorcida,granulaçao etc.
Porque a camera IP é mais cara que a analógica?
Normalmente por ter uma plataforma mais robusta a nível de hardware ela engloba mais recursos do que as analógicas como IR Cut,Compressão de Imagem melhor,POE,Sensor Imagem.
NVR ou HVR?
Tanto faz ambas plataformas se utilizam para câmeras IP,sendo que o HVR (Hybrid Vídeo Recorder)serve para ambos.
Câmeras IP por qual razão comprar?E o vendedor não fala nada disso!!!
Achei este informativo no site "mknod" http://bit.ly/1zVp9g4 que realmente diz tudo sobre a tecnologia IP em monitoramento e CFTV,quem escreveu está de parabéns e ainda acrescento mais,veja:
"As câmeras IP inclui um número de fatores para considerarmos seriamente
na comparação entre os 02 tipos das câmeras podem fornecer ao usuário
final. Características como desempenho, interoperabilidade,
flexibilidade, adaptado ao futuro e conectividade de redes baseada no
protocolo TCP/IP. Portanto, no nosso documento, procuramos enumeras as
10 diferenças mais importantes entre as câmeras IP e as câmeras de
circuito analógico e porque esses fatores são tão importantes quando
você necessitar comprar uma nova câmera ou ampliar o seu sistema de
vigilância já existente.
- Problemas de entrelaçado - Uma câmera analógica em alta resolução (4CIF) tem um problema significativo de entrelaçamento. Isto porque com um sinal de vídeo analógico, mesmo ligado num DVR, todas as imagens são compostas de linhas, e cada imagem é formada por 02 campos entrelaçados. Quando uma imagem tem bastante movimento, a imagem começa a "borrar". Isso se deve que uma imagem em movimento resulta-se da captura de 02 campos entrelaçados. Já com as câmeras IP, elas empregam um sistema de tecnologia de "varredura" que melhor se adequa a capturar claramente os movimentos das imagens. Ou seja, as imagens são capturadas por um tempo, e logo depois exibidas, proporcionando assim nitidez das imagens em movimento.
- Aumentos de confiança e produção com Power Over Ethernet - Fornecer energia para as câmeras analógicas tem sido um obstáculo e um custo adicional ao projeto. O padrão IEEE 802.3af para Power Over Ethernet (PoE) tem obtido grande sucesso devido a grande economia que esse sistema oferece. Nas câmeras analógicas, não tem essa função disponível, pois o PoE significa receber energia através do mesmo cabo de rede que fornece a parte de dados (Cat 5). Como esse sistema é padronizado, isso quer dizer que, todos os equipamentos que tem essa função são compatíveis, maximizando assim os beneficios para todos os usuários desse sistema. Numa aplicação de vigilância, PoE tem um beneficio adicional: As câmeras podem obter energia a partir de um backup de energia centralizado numa sala de servidores, assim numa falha de energia eles continuarão funcionando, por exemplo, se num assalto, desligarem a chave geral, as câmeras continuarão capturando as imagens.
- Resolução de megapixels - As câmeras analógicas trabalham no padrão NTSC/PAL com uma resolução correspondente a 0.4 megapixels (4CIF). Para os mais recentes monitores de vídeo e câmeras digitais, os usuários agora necessitam de uma resolução de uma faixa maior de megapixels. A necessidade dos usuários começou a demandar uma melhora nos equipamentos, como um sistema de vigilância. Uma câmera IP de alta resolução fornece uma imagem com mais detalhes e pode capturar grandes áreas. Isso garante que um investimento num sistema de segurança não serão desperdiçados, devido nao poder identificar um rosto de uma pessoa ou não capturar pessoas numa áera. Além disso, com alta resolução se torna possível, algumas funções como pan, tilt e zoom.
- Câmeras inteligentes - Num mundo atual, onde o crescimento da necessidade de monitorar as imagens se tornam essencias, as câmeras inteligentes são as grandes tendências desse sistema. Para de adaptar as novas demandas de mercados, as câmeras vem com um sistema de detector de movimento e gerenciamento de alarmes, onde a câmera decide, quando enviar um vídeo, em quantos frames e em qual resolução, e quando alerta um operador para monitorar ou executar alguma ação. Cada vez mais, algoritimos inteligentes, estão sendo integrados dentro das câmeras IP. Inteligências nesses equipamentos, os tornam muitos mais efetivos e confiáveis num sistema de vigilância, que não existe com um DVR ou em outro sistema centralizado de vigilância.
- PTZ integrado e controle de entrada/saída - Ativando PTZ nas câmeras analógicas, o comunicação serial que controla o movimento PTZ, requer cabeamento separado do sinal de vídeo, aumentando assim o custo do projeto. A tecnologia de câmera IP habilita o controle PTZ através da mesma rede que transmite o vídeo. Com a câmera IP DOME, os comandos PTZ são enviados pela rede IP, resultando numa grande economia e tendo uma grande flexibilidade. Além do mais, as câmeras IP podem integrar entrada e saída de sinais, como alarmes e controles de travas. Somando isso tudo, temos menos cabos, menos dinheiro e flexibilidade grandíssima e uma grande potencial de integração com seu ambiente.
- Audio integrado - Para algumas aplicações, o audio cada vez mais vem se tornando essencial. Com o sistema analógico o audio não é possível, a nao ser que no seu DVR possua um canal de audio. Uma câmera IP resolve isso, capturando o audio da câmera, sincronizando com o vídeo ou integrando no mesmo sistema de stream de video e então sendo enviado para monitoramento e gravação pela rede. O audio também pode ser bi-direcional permitindo a comunicação através dos alto-falantes.
- Comunicação segura - Com as câmeras analógicas as imagens são tranportadas via cabo coaxial sem nenhuma criptografia ou autenticação. Isso permite que qualquer pessoa possa ver as imagens da camera. Já nas câmeras IP, elas podem criptografar as imagens que serão enviadas pela rede, garantindo assim que só as pessoas habilitadas visualizem as imagens. As câmeras IP também podem
- Flexivel, eficaz - As câmeras analógicas são transmitidas por custos caros de cabos coaxiais ou fibra, ou recursos de rede sem fio. Para todos os métodos, dependendo das distâncias, a qualidade da imagem será influenciada. Adicionando energia, sensores e audio, complica ainda mais a situação. As câmeras IP ultrapassou esses obstáculos, reduzindo os custos e aumentandos as opções. Você pode visualizar suas imagens de qualquer lugar do mundo, que as câmeras produz as imagens digitais, sem prejudicar a qualidade das mesmas. As câmeras IP são estáveis, usam recursos de tecnologia padronizada reduzindo os custos de implantação.
- Uma verdadeira solução digital - O sensor CCD numa camera analógica gera um sinal analógico, que é digitalizado por um conversor A/D tornando possível melhor a imagem na função DSP. O sinal então é convertido novamente para analógico para ser transportado através do cabo coaxial. Finalmente, no DVR o sinal é novamente digitalizado permitindo a gravação. No total das três conversões, a cada uma, é perdido a qualidade da imagem. Num sistema de câmera IP, as imagens são digitalizadas uma única vez, e assim ficam todo o momento - não é necessário conversão, logo nao há degradação da imagem.
- Menor custo total - É claro que todas as características descritas acima tem um custo. O preço inicial de uma camera ip pode ser muito mais elevado se compararmos apenas as câmeras. Mas se compararmos o custo por canal e a câmera IP, com toda flexibilidade e características, rapidamente se torna comparável com um sistema analógico usando um DVR. Em muitos casos, os custos inicias de um sistema de vigilância baseado em câmeras IP são mais baixos para as opções analógicas. O custo baixo total para sistema de câmera IP é principalmente um resultado de aplicações e armazenamentos de padrões universais, sistemas abertos (opens source), e nao de hardware proprietário como o DVR. Isso radicalmente reduz os custos de gerenciamento e equipamentos, em particular, para grandes sistemas, quando armazenamento e servidores tem um papel significativo no custo total da solução. Custos adicionais dependem da infra-estrutura utilizada. Redes IP's, como internet, LAN, e outros métodos de conexão como wireless, podem ser aproveitados para outras aplicações da empresa, reduzindo assim o custo da instalação, e não precisando ter custos como cabos coaxiais ou fibras.
sábado, 15 de novembro de 2014
domingo, 2 de novembro de 2014
Lenovo conclui compra da Motorola e já é 3ª maior fabricante de celular.
Claudia Tozetto
Gigante em PCs, Lenovo conclui aquisição da Motorola
(Ricardo Matsukawa/VEJA.com)
Em comunicado, a Lenovo anunciou que a Motorola continuará sendo operada como uma subsidiária com sede em Chicago, nos Estados Unidos. A chinesa vai incorporar cerca de 3.500 funcionários da Motorola distribuídos pelo mundo inteiro, 2.800 baseados nos Estados Unidos. “Junto com a Motorola estamos prontos para competir, crescer e vencer no mercado global de smartphones. Daremos aos consumidores opções, concorrência e uma nova faísca de inovação”, disse Yang Yuanqing, CEO da Lenovo.
A transação entre o Google e Lenovo foi aprovada pelos órgãos reguladores dos Estados Unidos, China, União Europeia, Brasil e México, além do Comitê para Investimento Estrangeiro nos Estados Unidos (CFIUS). Liu Jun, vice-presidente executivo do grupo de dispositivos móveis da Lenovo, será o presidente do conselho de administração da Motorola. Rick Osterloh, atual CEO global da Motorola, continuará na liderança da empresa.
A aquisição custou à Lenovo 2,91 bilhões de dólares, valor que inclui 660 milhões em dinheiro e 4,7% das ações da companhia chinesa, no valor de 750 milhões de dólares, que foram transferidas ao Google. O restante, 1,5 bilhão de dólares, será pago em três anos. A operação transforma o Google em um dos grandes acionistas da fabricante chinesa.
A expectativa da Lenovo é que, em conjunto com a Motorola, a empresa consiga vender mais de 100 milhões de dispositivos móveis até o final do ano. O sucesso das novas versões dos smartphones Moto G e Moto X, quase sempre esgotados em lojas brasileiras, deve ajudar a alcançar a meta. Após a aquisição, o Google vai continuar sendo o proprietário da maior parte do portfólio de patentes da Motorola – a fabricante de celulares tem um acordo de licença com o gigante das buscas para utilizar as patentes.
Antes da compra da Motorola, a Lenovo já atuava no mercado de smartphones e tablets, mas ainda é vista como uma iniciante. A empresa só começou a fabricar smartphones em 2012, cinco anos depois de o iPhone chegar ao mercado. Lançados primeiro da China, onde a marca é vice-líder em vendas, os aparelhos já chegaram a Índia, Indonésia, Filipinas e Vietnã. Em 2013, a companhia começou a vender uma nova linha de smartphones e tablets com a marca CCE no Brasil.
Atacar o mercado de dispositivos móveis é uma necessidade para a Lenovo. Quase 80% de sua receita é proveniente dos computadores, mas a venda global dessas máquinas caíram 10% no último ano, tornando 2013 o pior ano da história para a indústria de PCs. Com a aquisição da Motorola, a empresa dá um salto de participação no mercado global de smartphones.
Confira abaixo a primeira entrevista de Silvio Stagni, novo presidente da Lenovo no Brasil:
http://abr.ai/1EbiL6G
Fonte:Veja Abril
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